Este blog é mantido por Vitorio Rodrigues e tem por objetivo principal, divulgar materias relacionadas ao meio ambiente, a ecologia, a cultura e a noticias em geral. Como já revela o próprio nome, nossa intensão é valorizar as coisas da Natureza. E o principal alvo desses cuidados em nossa região é o rio São Francisco que sofre ha séculos com a degradação sem limite.
Um bicho silvestre ameaçado de extinção
Nome cientifico: Thalurania watertonii
Catalogação: (Bourcier, 1847)
Nome popular: Beija-flor-das-costas-violetas
Categoria de ameaça: Vulnerável
Ocorrências:UF: AL, BA, PE, SE
O Beija-flor-de-costas-violeta, é uma das 83 espécies que ocorre no Brasil e é um bicho silvestre ameaçado de extinção
Um bicho silvestre ameaçado de extinção
Típica de lugares de clima tropical, a ave pode ser encontrada desde o Espírito Santo até o Rio Grande do Sul, além do Ceará e Pernambuco, sem contar em países como Paraguai e Argentina. Em seu habitat natural, sua principal alimentação é a base de banana, goiaba, bagos e insetos.
Trata-se de um animal extremamente sensível e dócil, sendo uma excelente opção de pet. Por ser mansa, adapta-se com facilidade em cativeiro, podendo viver bem em gaiolas ou viveiros.
Um animal silvestre ameaçado de extinção
É um pato de feições esguias e possuidor de uma longa crista na cabeça. A cabeça e o pescoço são de cor negra, sendo o resto do corpo mais ou menos acizentado. A crista é normalmente de menores dimensões nas fêmeas.
Os seus locais de reprodução situam-se em rios pouco profundo de corrente rápida, no centro-sul do Brasil. Nidificam em cavidades nas árvores e possivelmente em cavidades rochosas. O pato mergulhão ´um bicho ameaçado de extição.
Alimentam-se de peixes, pequenas enguias, larvas de insetos e caracóis.
A espécie encontra em perigo crítico de extinção. O número total de indivíduos tem-se reduzido, devido a poluição fluvial proveniente de atividades agrícolas e de desflorestação. A sua população atual é estimada em menos de 250 indivíduos.

A espécie não está diretamente ligada a nenhum outro gênero de canídeos e aparentemente é uma relíquia da fauna plistocênica da América do Sul, que desapareceu na maioria após a formação do Istmo do Panamá.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo-guar%C3%A1
Baronesas no rio São Francisco, em Petrolina
Do livro São Francisco da Terra.
O aparecimento de plantas aquáticas no rio São Francisco, cuja população está tomando totalmente a margem do rio em Petrolina tem passado despercebida aos olhos das autoridades ambientais e políticas. Tenho acompanhado tais plantas há 5 anos, onde registrava suas presenças apenas nos meses de setembro a janeiro, quando o rio estava com menor fluxo de água. Porém, desde 2001 estas plantas passaram a aumentar demasiadamente, permanecendo o ano inteiro. Até 2001 eram duas espécies: a elódea (Elodea sp) e o aguapé (Eichhornnia sp). Em 2002, registrei a presença de uma terceira espécie, a cataia gigante (Polygonum lapathifolium).
Tais plantas são registradas em rios amazônicos e também no Pantanal. Provavelmente, foram introduzidas em nossa região a partir do esvaziamento da água contida no lastro das embarcações. Por exemplo: uma balsa cuja água de lastro foi captada num rio onde existia estas espécies transportou grãos até a nossa região e esvaziou a tal água aqui, trazendo sementes ou brotos destas espécies nesta água de, que ao ser jogada no rio São Francisco, fez proliferar estas plantas em nossa margem.
Este mecanismo de transferência de espécies exóticas tem preocupado a Organização Marítima Mundial (IMO), agência das Nações Unidas, que recomenda através da resolução A.868(20), que não se deve lastrar nas seguintes situações:
Em locais onde esteja ocorrendo o florescimento de algas. Em áreas com descarga de esgoto.
À noite, quando alguns organismos planctônicos migram para a superfície. Particularmente, o aguapé cresce em águas rasas e que tem grande quantidade de matéria orgânica. Suas raízes finíssimas abrigam microorganismos que filtram a sujeira orgânica da água. Logo, ela atua como um “filtro biológico”.
À primeira vista, isso nos sugere uma presença positiva, porém, tal planta nos denuncia duas situações ecologicamente graves: o Velho Chico está com um volume de água muito reduzido; a quantidade de esgoto não-tratado despejada em Petrolina e Juazeiro, que perfazem juntas cerca de 370 mil habitantes é enorme.
Um outro problema também pode surgir em decorrência do aumento destas plantas. Em meados de 2002, pudemos registrar a grande presença do caramujo, vetor da Esquistossomose, que antes não encontrava condições de sobrevivência na água corrente do rio. Mas, com a concentração das plantas, cujas raízes chegam a formar verdadeiras lagoas, formou-se um microambiente adequado para estes caramujos. A Esquistossomose é uma doença cujo parasita – o Schistosoma mansoni – penetra via pele, sendo hoje, uma das parasitoses que mais mata no Brasil e em outros países tropicais.
Profª. M.Sc. Mary Ann Saraiva Bezerra*
Bióloga, Mestre em Biologia Animal pela UFPE
Andrade, Vitorio Ridrigues de:
São Francisco da Terra , Petrolina SESC/PE, 2008
ISBN:978-85-60849-04-8.
Um animal silvestre ameaçado de extinção
O habitat deste pica-pau, de cerca de 27 centímetros, é a mata alta nas florestas costeiras do sul da Bahia e norte do Espírito Santo. Há pouco tempo, sua presença foi confirmada na Estação Veracruz (Bahia), área importante para a preservação de espécies ameaçadas.
Um animal silvestre ameaçado de extinção
Hoje a espécie está restrita ao estado da Bahia (Raso da Catarina), onde predomina a caatinga, com clima semi-árido e chuvas raras mal distribuídas. Encontram-se abrigadas em paredões de arenitos onde passam a noite. São nas cavidades destes paredões que na época reprodutiva constróem seu ninhos.

