COMDEMA e alunos secundaristas visitam CTR

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A convite do COMDEMA e da CTR, conselheiros ambientais e alunos da Escola Jacob Ferreira, visitaram o aterro controlado de nossa cidade, segunda-feira (07) de junho do ano em curso, com a finalidade de conheceram de perto tudo que temos divulgado sobre o destino dos residuos solidos de Petrolina. è claro qaue ainda não atingimos o ideal, mas já estamos com varios passos concluidos. Veja as fotos abaixo.
Maquina trituradora de lampadas fluorescente
Lagoa de tratamento do chorume gerado pelo lix
Artefatos de cimento fabricados a partir da
reciclagem de entulho de construção
Usina de reciclagem de entulho de construção civil


Campo de compostagem de restos de podas de arvores da cidade


Cinturão verde a base de plantas nativas e exoticas
Palestra educativa na sala de meio ambiente do aterro


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Gato do mato, ameaçado de extinção

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GATO DO MATO

(Feliz tigrina - Schreber, 1775)

Gato do mato é o nome comum a diversas espécies de gênero Felis, todas com menos de 1 m de comprimento. Entre elas estão o gato-tigre, Felis tigrina, do tamanho de um gato doméstico e o menor dos gatos-do-mato; o maracajá, Felis wiedii, e o Felis geoffroyi, pouco maior que os outros dois, mas apresentando manchas menores e em maior número. a jaguatirica é um gato do mato de maior porte.


Os gatos do mato têm hábitos noturnos e geralmente vivem nas matas. Caçam no chão, onde são muito ágeis, ou nas árvores e se alimentam de pequenos mamíferos, aves, répteis e anfíbios. Durante a noite chegam a invadir galinheiros onde causam grandes estragos.

São inofensivos ao homem, mas defendem-se ferozmente quando atacados. Geralmente a fêmea dá à luz em algum oco de árvore ou em uma moita de arbustos bastante densa, onde possa esconder os filhotes. Devido a sua pele muito bonita, os gatos do mato são bastante perseguidos, estando ameaçados de extinção. Das três espécies, apenas o gato maracajá chega a atingir o sul dos Estados Unidos; as outras duas são comuns nas florestas das Américas Central e do Sul.
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnívora
Família: Felidae
Características:
Comprimento máximo: 1 m
período de gestação dura entre 70 a 74 dias
filhotes: 2 a 4
Peso: Varia de 2 a 3 quilos
Pele ocelada

Ema, um bicho ameaçado de extinção

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FILO: Chordata CLASSE: Aves ORDEM: Rheiformes NOME CIENTÍFICO: Rhea americana NOME EM INGLÊS: Rhea FAMÍLIA: Rheidae CARACTERÍSTICAS:Comprimento: até 1,50m Envergadura: 1,50m Pso: até 25 kg Plumagem: cinzento e castanho Período de incubação: 40 dias.

A ema é uma ave corredora que vive nas planícies da América do Sul, do Brasil até o sul da Argentina, vive nas regiões campestres e cerrados. Embora possua grandes asas, ela não voa. Usa as asas para equilibrar-se e mudar de direção na corrida. Se faz muito calor, a ema dorme durante o dia e sai à noite para alimentar-se de insetos, roedores, répteis, capim e sementes. Bebe pouca água. Suas penas são usadas para decoração. Sua carne, embora muito mole,é comestível. É considerada a maior ave brasileira.

Em outubro, no começo da época de acasalamento, o macho reúne um harém de 5 ou 6 fêmeas, ecolhe um território e faz o ninho.

Em liberdade, as emas vivem em grupos mais ou menos grande. Na época do acasalamento, os noivos abrem as asas e dão os seus passos de dança. Também cantam à moda dêles para as noivas (as notas do canto parecem roncos).

Quando o ninho está cheio de ovos, cerca de uma dúzia, ele afasta as fêmeas e começa a chocá-los. os filhotes saem seis semanas depois e são cuidados pelo pai. Em dois anos estão adultos. Os ovos são brancos e pesam 600 gramas. Os que não vingam são colocados para fora do ninho e, ao quebrarem, atraem muitas moscas, cujas larvas, posteriormente, irão alimentar os filhotes.

Esta espécie é onívora, ou seja, come de tudo: sementes, folhas, frutos, insetos, roedores, moluscos, terrestres e outros pequenos animais. Além disso, a Ema come muitas pedrinhas, que servem para facilitar a trituração dos alimentos. E, devido a este hábito, ela não resiste à tentação de engolir também outros objetos miúdos.

A ema está na lista dos animais que estão em perigo de extinção.
Lucia Helena Salvetti De Cicco

Diretora de Conteúdo e Editora Chefe
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Anambé de asa branca, ameaçado de extinção

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Alimentam-se predominantemente de frutos e uns poucos insetos. Foi observado em Una na Bahia, que as fêmeas seguem bandos mistos de frugívoros com maior regularidade que os machos.

No ritual para reprodução, os machos exibem-se em voo entre as copas de árvores altaneiras e a fêmea costuma construir um ninho de pequenas proporções entre 15 e 20m do solo.

Endêmico do Brasil oriental, é encontrado em matas de tabuleiro, na hiléia baiana e na Mata Atlântica entre 0 e 900m, muito embora seja mais comum em florestas úmidas de baixada litorânea. A espécie sofre com a perda de habitat embora possa se tornar até mais comum em matas secundárias, devido à frutificação sazonal de certas plantas. A prática de retirar as árvores maiores das florestas residuais na região de Una na Bahia, ameaça a sobrevivência da espécie.

A espécie habita a mata atlântica litorânea dos estados do nordeste além do Espírito Santo e Rio de Janeiro.








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Bicho silvestre ameaçado

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Nome científico: Claravis godefrida
Nome vulgar: Pararu
Categoria: Em perigo de extinção


Características: Dimorfismo sexual distinto. A plumagem do macho é cinza azulado, com duas largas faixas transversais na asa de cor castanho cobreada. A fêmea é parda, com faixas alares de coloração sépia-violácea. Espécie florestal de habito terrícola, explorando preferencialmente os taquarais de regiões serranas em busca da frutificação dessas plantas como fonte alimentar. Entretanto, pode forragear no solo de campos abertos, atraída por sementes de gramíneas que surgem com o rebrotamento pós-queimada.
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Os registros existentes indicam uma raridade natural em sua área de distribuição geográfica, embora alguns relatos antigos mencionem a espécie há mais de 50 anos. É considerada uma espécie quase endêmica do Brasil. Macho - Duas faixas alares transversais cúpreo-castanhas e lados da cauda brancos. Fêmea - Parda com as faixas da asa sépia-violácea. Esta espécie vive escondida em matas fechadas e taquarais.

Alimentação: taquaras, criciúma, sementes e frutos carnosos como o mamão
Tamanho: de 220 a 240 mm - Asa: 124 - Cauda: 91 - Bico: 15 - Tarso: 21
Comprimento: 23 a 24 cm
Ocorrência Geográfica: Habitam ambientes com florestas densas nas encostas das serras. Do Sul da Bahia até Santa Catarina. Predominantemente nas montanhas do Rio de Janeiro.

Cientista que descreveu: Temminck, 1811


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Papagaio chauá, ameaçado de extinção

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Nome Popular: Papagaio-chauá

Nome Científico: Amazona rhodocorytha

Peso: 450 a 550g

Tamanho: 35 cm

Expectativa Vida: Os papagaios vivem muito tempo. Se forem bem cuidados tornam-se "eternos" companheiros, pois vivem até 80 anos!

Alimentação: Na natureza, alimentam-se de castanhas, frutas silvestres e sementes (principalmente de leguminosas). Em cativeiro são oferecidos, além da ração comercial, frutos, sementes e vegetais.

Reprodução: Em média, botam 3 ovos que são chocados por aproximadamente 25 dias.

Distribuição Geográfica: Sua ocorrência se resume a uma pequena área litorânea que se estende de Alagoas ao Rio de Janeiro.

Descrição: É um papagaio verde com uma área avermelhada na cabeça, com bochechas azuis e um pouco de amarelo contornando o bico. Não é possível distinguir machos e fêmeas por características externas. Sofrem com a destruição de habitat e a captura ilegal destinada ao tráfico de animais. Por esses motivos encontram-se extremamente ameaçados de extinção e, na natureza, restam somente pouquíssimos exemplares .

O chauá (Amazona rhodocorytha) é uma espécie brasileira de papagaio que está ameaçada de extinção. Tais aves medem cerca de 37 cm de comprimento, com a fronte e base da maxila vermelhas, loro laranja, espelho alar e cauda com nódoas vermelhas. Também são conhecidos pelos nomes de acamatanga, acumatanga, camatanga, camutanga, chauã, chuã, cumatanga e jauá.

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Plantas da caatinga ameaçadas de extinção

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Aroeira

Barauna

A Caatinga é um dos biomas brasileiros mais alterados pelas atividades humanas, com mais de 45% de sua área alterada, sendo ultrapassado apenas pela Mata Atlântica e o Cerrado (Capobianco, 2002; Casteletti e cols., 2004).
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Em um estudo realizado recentemente, sobre a vegetação e uso do solo, verificou-se que a área de cobertura vegetal da Caatinga é de 518.635 Km2, equivalendo a 62,69% de remanescentes (MMA, 2008). Como conseqüência da degradação ambiental e da falta de preservação, muito já se perdeu em biodiversidade da Caatinga. .
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A Biodiversitas (2001) cita, para esta formação vegetal, 19 espécies de plantas ameaçadas, dentre elas a aroeira do sertão (Myracrodruon urundeuva) e a baraúna (Schinopsis brasiliensis). Essas plantas desempenham importante papel na ecologia da Caatinga, pois são as principais árvores na composição das paisagens vegetais do sertão nordestino. Elas estão associadas à fauna local, onde suas folhas, flores e frutos servem de alimento para répteis, aves, mamíferos e insetos, principalmente abelhas. Suas flores, produzidas principalmente na estação seca, quando as fontes alimentares são escassas, abastecem os ninhos de abelhas nativas e exóticas.
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Além de fonte alimentar, estas árvores funcionam como abrigo para uma diversidade de animais e suporte para os ninhos de muitas aves e abelhas.
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Em face das diversas utilidades (madeireira, energética, medicinal, frutífera e artesanal) e do extrativismo que essas espécies vegetais vêm sendo submetidas, sem nenhuma reposição, a existência natural das mesmas e da fauna a elas associada vêm sendo comprometida. Assim, a aroeira do sertão e baraúna, entre outras espécies, são elementos da natureza ameaçadas de extinção.
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Pesquisadores:

Lúcia Helena Piedade Kiill1
Márcia de Fátima Ribeiro2
Carla Tatiana de Vasconcelos Dias3
Paloma Pereira da Silva3
Josemário Francisco Matos da Silva4
1Pesquisadora Embrapa Semi-Árido, BR 428, Km 152, zona rural, Petrolina-PE, C.P.