Jacucaca ameaçada de extinção

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A jacucaca é uma ave galliforme da família Cracidae. A jacucaca, endêmica da Caatinga, é a maior espécie de cracídeo deste bioma, vivendo preferencialmente na Caatinga arbórea e nas matas secas. Ocorria em quase todos os Estados do Nordeste brasileiro e em Minas Gerais, aproximando-se da costa em alguns locais.

Quase ameaçada devido ao desmatamento e à caça indiscriminada. Baixo Risco (classificação da UICN).

Características

Grande, possui cor canela bem escuro, com riscos brancos. Testa preta, com largas sobrancelhas brancas unidas na frente. Coberteiras alares (penas que cobrem as asas), escapulares (penas dos ombros) e penas do peito orladas de branco. É bastante terrícola e corre mostrando o dorso bronze-brilhante. Mede aproximadamente 73 centímetros de comprimento.

Alimentação

Essencialmente frugívoro, tem predileção por frutos, como o do joazeiro, consumindo também flores de ipê.

Reprodução

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Não são conhecidos os seus hábitos reprodutivos na natureza, mas filhotes têm sido obtidos com certa facilidade em cativeiro. Constrói seu ninho em forma de tijela confeccionada de gravetos e forrado internamente com folhas secas. É feito de arbustos nos pés de mandacaru ou nas hastes da palmeira ouricuri. A postura consta de dois a três ovos de cor branca, pesando em média 92g e medindo 68 x 50mm.

Hábitos

Nas caatingas, prefere as áreas mais úmidas e próximas dos rios, temporários ou não. Tolera algum tipo de perturbação em seu ambiente, mas é bastante sensível à caça. Pode ser visto sozinho, aos pares ou em pequenos grupos, que se deslocam rapidamente pelo solo ou pelas árvores, fazendo grande barulho. Essas aves vocalizam principalmente de madrugada e ao crepúsculo, quando se reúnem para dormir.

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Tatu-canastra ameaçado de extinção

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O tatu-canastra (Priodontes maximus), também conhecido como tatuaçu, é uma espécie de tatu de grandes dimensões, encontrado na maior parte da América do Sul cisandina. Tais tatus chegam a medir até 1 m de comprimento, corpo coberto por poucos pêlos e patas anteriores dotadas de garras enormes, que auxiliam na escavação de buracos. Estão vulneráveis à extinção devido à caça para obtenção de carne e pelo desmatamento do habitat. Os animais capturados pelo tráfico de animais silvestres sofrem uma alta taxa de mortalidade durante o transporte. O tatu-canastra é também chamado de Tatu-açu, Tatu-carreta e, tanto sua designação sistemática (giganteus) como seu nome indígena ressaltam bem o fato de ser o maior dos tatus vivos, pode medir 1 m de comprimento, com mais de 50 cm de cauda, e pesa 60 kg. Seu corpo, quase totalmente desprovido de pêlos, apresenta alguns fios duros, esparsos, que aparecem entre as placas do seu revestimento. As patas enormes sao armadas de unhas possantes, sobretudo as anteriores, cuja unha central mede 20 cm de comprimento. Fossador notável, faz grandes luras para se alojar. Revolvendo o solo, consegue alimento entre insetos, larvas, vermes, aranhas e cobras. Apesar de acusado de causar prejuízo às plantações, a finalidade de suas escavações é a obtenção de vermes, embora possa, com isso, danificar os legumes. O tatu - canastra ainda habita os estados do AC, AM, AP, BA, DF, ES, GO, MG, MS, MT, PA, PI, RO, RR, e TO. Segundo a lista oficial do Ministerio doMeio Ambiente.
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Pintassigo-do-nordeste, ameaçado de extinção

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Nome comum: Pintassilgo do Nordeste ou Coroinha Nome científico: Carduelis Yarrellii Distribuição: Região Nordeste do Brasil. Habitat: Matas abertas, campos e, às vezes, proximidades de habitações. Fêmeas e jovens: A fêmea é identificável pela ausência do preto na cabeça. Os jovens machos com poucos meses já apresentam pintas na cabeça. Outras formas: Pintassilgo-pinheirinho Carduelis magellanica alleni Espécie menor e de um amarelo mais intenso. Tipo de ninho: Em forma de taça. Aceitam perfeitamenteo ninhos de corda de 8,5 cm diâmetro. Postura: 3 a 5 ovos. Incubação: 13 dias. Comportamento e reprodução: Espécie bastante famosa pela beleza e canto. Territorialistas, deve permanecer apenas um casal por recinto. Reproduzem com facilidade em gaiolas de 70 cm de comprimento x 40 cm de altura x 30 cm de profundidade. No entanto são pássaros frágeis que adoecem com muita facilidade. São cruzados com Canárias, para obtenção do Pintagol. Gostam de construir seu próprio ninho. Tamanho: 11 cm. Anel: 2,5 mm.

COMDEMA e alunos secundaristas visitam CTR

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A convite do COMDEMA e da CTR, conselheiros ambientais e alunos da Escola Jacob Ferreira, visitaram o aterro controlado de nossa cidade, segunda-feira (07) de junho do ano em curso, com a finalidade de conheceram de perto tudo que temos divulgado sobre o destino dos residuos solidos de Petrolina. è claro qaue ainda não atingimos o ideal, mas já estamos com varios passos concluidos. Veja as fotos abaixo.
Maquina trituradora de lampadas fluorescente
Lagoa de tratamento do chorume gerado pelo lix
Artefatos de cimento fabricados a partir da
reciclagem de entulho de construção
Usina de reciclagem de entulho de construção civil


Campo de compostagem de restos de podas de arvores da cidade


Cinturão verde a base de plantas nativas e exoticas
Palestra educativa na sala de meio ambiente do aterro


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Gato do mato, ameaçado de extinção

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GATO DO MATO

(Feliz tigrina - Schreber, 1775)

Gato do mato é o nome comum a diversas espécies de gênero Felis, todas com menos de 1 m de comprimento. Entre elas estão o gato-tigre, Felis tigrina, do tamanho de um gato doméstico e o menor dos gatos-do-mato; o maracajá, Felis wiedii, e o Felis geoffroyi, pouco maior que os outros dois, mas apresentando manchas menores e em maior número. a jaguatirica é um gato do mato de maior porte.


Os gatos do mato têm hábitos noturnos e geralmente vivem nas matas. Caçam no chão, onde são muito ágeis, ou nas árvores e se alimentam de pequenos mamíferos, aves, répteis e anfíbios. Durante a noite chegam a invadir galinheiros onde causam grandes estragos.

São inofensivos ao homem, mas defendem-se ferozmente quando atacados. Geralmente a fêmea dá à luz em algum oco de árvore ou em uma moita de arbustos bastante densa, onde possa esconder os filhotes. Devido a sua pele muito bonita, os gatos do mato são bastante perseguidos, estando ameaçados de extinção. Das três espécies, apenas o gato maracajá chega a atingir o sul dos Estados Unidos; as outras duas são comuns nas florestas das Américas Central e do Sul.
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnívora
Família: Felidae
Características:
Comprimento máximo: 1 m
período de gestação dura entre 70 a 74 dias
filhotes: 2 a 4
Peso: Varia de 2 a 3 quilos
Pele ocelada

Ema, um bicho ameaçado de extinção

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FILO: Chordata CLASSE: Aves ORDEM: Rheiformes NOME CIENTÍFICO: Rhea americana NOME EM INGLÊS: Rhea FAMÍLIA: Rheidae CARACTERÍSTICAS:Comprimento: até 1,50m Envergadura: 1,50m Pso: até 25 kg Plumagem: cinzento e castanho Período de incubação: 40 dias.

A ema é uma ave corredora que vive nas planícies da América do Sul, do Brasil até o sul da Argentina, vive nas regiões campestres e cerrados. Embora possua grandes asas, ela não voa. Usa as asas para equilibrar-se e mudar de direção na corrida. Se faz muito calor, a ema dorme durante o dia e sai à noite para alimentar-se de insetos, roedores, répteis, capim e sementes. Bebe pouca água. Suas penas são usadas para decoração. Sua carne, embora muito mole,é comestível. É considerada a maior ave brasileira.

Em outubro, no começo da época de acasalamento, o macho reúne um harém de 5 ou 6 fêmeas, ecolhe um território e faz o ninho.

Em liberdade, as emas vivem em grupos mais ou menos grande. Na época do acasalamento, os noivos abrem as asas e dão os seus passos de dança. Também cantam à moda dêles para as noivas (as notas do canto parecem roncos).

Quando o ninho está cheio de ovos, cerca de uma dúzia, ele afasta as fêmeas e começa a chocá-los. os filhotes saem seis semanas depois e são cuidados pelo pai. Em dois anos estão adultos. Os ovos são brancos e pesam 600 gramas. Os que não vingam são colocados para fora do ninho e, ao quebrarem, atraem muitas moscas, cujas larvas, posteriormente, irão alimentar os filhotes.

Esta espécie é onívora, ou seja, come de tudo: sementes, folhas, frutos, insetos, roedores, moluscos, terrestres e outros pequenos animais. Além disso, a Ema come muitas pedrinhas, que servem para facilitar a trituração dos alimentos. E, devido a este hábito, ela não resiste à tentação de engolir também outros objetos miúdos.

A ema está na lista dos animais que estão em perigo de extinção.
Lucia Helena Salvetti De Cicco

Diretora de Conteúdo e Editora Chefe
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Anambé de asa branca, ameaçado de extinção

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Alimentam-se predominantemente de frutos e uns poucos insetos. Foi observado em Una na Bahia, que as fêmeas seguem bandos mistos de frugívoros com maior regularidade que os machos.

No ritual para reprodução, os machos exibem-se em voo entre as copas de árvores altaneiras e a fêmea costuma construir um ninho de pequenas proporções entre 15 e 20m do solo.

Endêmico do Brasil oriental, é encontrado em matas de tabuleiro, na hiléia baiana e na Mata Atlântica entre 0 e 900m, muito embora seja mais comum em florestas úmidas de baixada litorânea. A espécie sofre com a perda de habitat embora possa se tornar até mais comum em matas secundárias, devido à frutificação sazonal de certas plantas. A prática de retirar as árvores maiores das florestas residuais na região de Una na Bahia, ameaça a sobrevivência da espécie.

A espécie habita a mata atlântica litorânea dos estados do nordeste além do Espírito Santo e Rio de Janeiro.








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