Veja o maior cajueiro do mundo

O maior cajueiro do mundo, também conhecido como cajueiro de Pirangi, está localizado na Praia de Pirangi do Norte no município de Parnamirim, à 12 km ao sul da capital Natal, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte. A árvore cobre uma área de aproximadamente 8500 m2 com um perímetro de aproximadamente 500 m e produz cerca de oitenta mil cajus por ano. O cajueiro foi plantado em 1888, por um pescador chamado Luiz Inácio de Oliveira; o pescador morreu, com 93 anos de idade, sob as sombras do cajueiro. Veja a história completa no site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Maior_cajueiro_do_mundo.

Foto: Auriane Brito

Águia cinzenta ameaçada de extinção

ÁGUIA CINZENTA


A águia-cinzenta (Harpyhaliaetus coronatus) é uma águia campestre que ocorre da Argentina à Bolívia e geralmente no Brasil central. Tal espécie chega a medir até 66 cm de comprimento, com coloração cinzenta-escura, partes inferiores mais claras, topete nucal proeminente e cauda escura com uma faixa transversal branca. É uma espécie ameaçada de extinção.
 
Esta espécie é encontrada normalmente na Serra da Canastra. Ultimamente ela tem sido vista nas zonas rurais de Uberaba, Sacramento, Tapira, Araxá, Patrocínio, Água Comprida e Conceição das Alagoas. Características: É uma águia de grande coloração cinza clara, com característico topete nucal, asas largas 54,5 cm; cauda 30,0 cm; bico 4,5 cm; tarso 13,0 cm, penas longas e dedos curtos.

Habita áreas abertas. Sobrevoa veredas e matas ciliares do cerrado. Pousa no alto de buritis, onde emite uma fina voz de alarme. Cinzenta-escura quase uniformes, um pouco mais claras nas partes inferiores, cauda com ponta e uma faixa transversal branca. Fora do período reprodutivo vive solitariamente. Alimenta-se de pequenos animais, como ratos e tatus.

Hábitos: É um gavião de grande porte. Costuma ficar à espreita em um galho no alto das árvores. Sobrevoa veredas e matas ciliares. Seu ninho é construído com galhos secos na borda de veredas. Peso: 2.950 g, Comprimento: Com 70 a 80 cm.










Fonte: Portal Saude Animal.

Queimadas na Serra da Canastra





A área devastada por incêndios no Parque Nacional da Serra da Canastra, na região centro-oeste de Minas Gerais, no mês passado é maior do que foi calculado inicialmente e pode chegar a 70 mil hectares, segundo análise do Corpo de Bombeiros. Dos 200 mil hectares da reserva, os bombeiros já confirmaram que 40 mil foram queimados. A área é mais da metade de Belo Horizonte. Peritos do Instituto Chico Mendes concluíram, ainda, que cinco dos seis incêndios que atingiram o Parque Nacional da Serra da Canastra no mês passado foram criminosos.

Segundo os peritos, o fogo chegou à nascente do Rio São Francisco e queimou praticamente toda a vegetação rasteira da região. As cinzas que caíram na água provocam o fenômeno da eutrofização, ou seja, a adubação da água. Isto gera a multiplicação de algas e, segundo biólogos, prejudica a vida vegetal e animal da reserva. A situação é momentânea e deve voltar ao normal quando chover.

De acordo com o biólogo Jean Pierre, todo o ecossistema da serra foi comprometido. Micro-organismos e animais do topo da cadeia alimentar foram afetados. Propriedades rurais do entorno no parque também foram atingidos, com registro de morte de animais, por exemplo. (Fonte: G1)

 Informa o Portal Ambiente Brasil em 09/09/10.


As coisas bonitas da caatinga

Veja esta formação rochosa do Sitio Caldeirãozinho Municipio de Petrolina Pernambuco. Varios buracos milenares na pedra, chamados de caldeirões, armazenam água das chuvas que chegam a passar mais de 8 meses saciando a sede dos animais.



  








Nossas flores de cada dia na caatinga

Nome popular: Jurubeba
Nome cientifico: Solanum paniculatum L.
Bioma: Caatinga
Localização: Municipio de Trindade-PE
Data: 26 de outubro de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues

A jurubeba (Solanum paniculatum L) é uma planta medicinal de sabor amargo, comum em quase todo o Brasil.
A infusão do seu caule e da sua raiz em álcool de cana (cachaça) é popularmente utilizada como aperitivo e como digestivo.
 
A medicina popular recomenda o seu chá como tônico cardiovascular, estimulante do apetite, do fígado (colagogo) e do baço, contra problemas da digestão, diurética, hipoglicemiante, antianêmica, febrífuga e cicatrizante.

Há casos de utilizações da Jurubeba em tratamento de afecções da pele, como a acne. É também usada em diversos rituais religiosos.

 Nome popular: Jacarandá
Nome cientifico: depende da variedade
Bioma: Caatinga (em arborização urbana)
Localização: Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues

  
  
Nome popular: barriguda
Nome cientifico: Chorisia glaziovii
Bioma: Caatinga
Localização: Sitio Caldeirãozinho - Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues
 


Nome popular: Jurema preta
Nome cientifico: Mimosa arenosa
Bioma: Caatinga
Localização: proximo de Pedrinha - Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues


Nome popular: Mulungu
Nome cientifico: Erithrina velutina
Bioma: Caatinga
Localização: povoado do Capim - Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues
  

 

 
Esta planta é uma tabebuia arbustiva, mas não sabemos seu nome cientifico e nem o nome vulgar. Só conhecemos um unico exemplar em Petrolina, se alguem sabem mais informação sobre essa linda plantinha, por favor, comente esta postagem. Esta foto foi tirada no dia 18 de agosto de 2010, po Vitorio Rodrigues. Como não sabemos seu nome estamos a chamando de ipêzinho rosa da caatinga.



Nome popular: Canafistula branca
Nome cientifico: Senna excelsa
Bioma: Caatinga
Localização: Praça presidente Fritz Gerard Kennedy - Petrolina-PE
Data: 09 de setembro de 2008
Foto: Vitorio Rodrigues
Nome popular: canudo
Nome cientifico: Cróton conduplicatus
Bioma: caatinga
Localização: Distrto Industrial de Petrolina - PE
Data: 02 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues


Nome popular: Canafistula rasteira
Nome científico: Cassia spectabillis
Bioma: Caatinga
Localização: Distrito Industrial de Petrolina - PE
Data: 02 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues
 
 Nome popular: Pata de vaca
Nome cientifico: Bauhinia sp
Bioma: Caatinga
Localização: Distrito Industrisl de Petrolina - PE
Data: 02 de agosto de 2010.
Foto: Vitorio Rodrigues

Nome popular: Caatingueira de porco
Nome cientifico: Caesalpina piramidallis
Bioma: caatinga
Localização: Distrito Industrial de Petrolina-PE
Data: 02 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues

Um bicho silvestre ameaçado de extinção

A caatinga é um bioma que se concentra na região nordeste do Brasil. Ocupando quase 12% do território nacional, ela cobre grandes faixas do Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e também um pedaço do norte de Minas Gerais. Perfazendo uma área de 955.755,79 km2, em 1.280 municípios. Por vários fatores várias espécies de seus bichos estão ameaçadas de extinção. Hoje vamos falar do tatu-bola que já serviu tanto de alimentação para o homem caatingueiro, embora não tanta carne assim, que valha a pena o seu abate. Mesmo assim ser humano com seu instinto de destruição continua matando impiedosamente os que ainda restam.

Por conta disso, de acordo com a lista nacional das espécies de fauna brasileira ameaçada de extinção, publicada em maio de 2003, pelo Ibama, vivem no bioma 28 espécies ameaçadas de extinção, entre elas o Tatu-bola (Tolypeutes trinctus): considerado o menor tatu brasileiro, medindo de 22 a 27 centímetros, esse animal enrola seu corpo e fica parecido com uma bola quando se sente ameaçado. O que não é suficiente para se livrar das garras dos predadores.
.