Fatos que marcaram a historia do rio Sao Francisco

Parque Nacional da Serra da Canastra
Tudo começou em 1522, quando o primeiro donatário da Capitania de Pernambuco Duarte Coelho, entrou pela foz do rio São Francisco e fundou a vila de Penedo, fato esse, que deu início à colonizacão do vale do São Francisco. Garcia D’Ávila, enviado pelo Rei de Portugal para colonizar a região do Recôncavo Baiano nessa época já estava na Bahia cuidando de sua criação de gado da raça malabar. Como as coisas por lá não andavam muito bem, por conta da praga de carrapatos que atacou a criação resolveu fazer suas primeiras visitas à região do vale do Velho Chico, em 1543. Encontrando por aqui melhores condições para o desenvolvimento de uma pecuária recebeu da coroa portuguesa as primeiras terras na região, 18 anos depois, em 1561, aqui estava ele com sua gente instalando currais, segundo a história, em cada curral ficava um vaqueiro e a família, 10 novilhas, 01 reprodutor e 01 casal de eqüino.

Com o passar dos tempos, muitos dos currais se transformaram em fazendas, as quais paulatinamente se desenvolveram e formaram vilas em sua volta. Depois foram surgindo às cidades. Com a vinda de Garcia D’Ávila, muitos outros fazendeiros vieram também para o vale, principalmente depois que começou a decadência do cultivo da cana-de-açúcar na Zona da Mata e iniciada a corrida do ouro no Alto São Francisco.

1578 – Surgiram os entradistas do Baixo São Francisco com objetivo de capturar os índios para escravizá-los na colonização do território. A primeira entrada foi formada por um grupo comandado pelo provedor Francisco de Caldas, auxiliado por Gaspar Dias de Ataíde, os quais foram vencidos todos devorados pelos índios. A segunda entrada foi comandada pelo capitão Francisco Barbosa da Silva, que também foi derrotada pelos índios da tribo Tabajara.

1593 – A bandeira de Belquior Dias Moréia chega às terras de Pambú no extremo norte da Bahia, onde hoje é o município de Curaçá.

1637 – O conde Maurício de Nassau foi nomeado governador dos territórios conquistados pelos holandeses no Brasil. A exemplo de Pernambuco, a cidade alagoana de Penedo é tomada pelos espanhóis, que constroem um forte às margens do rio para controlar a navegação e a produção de cana-de-açúcar. Oito anos depois os holandeses foram expulsos. Em 1646 houve uma segunda invasão.

1654 – Os bandeirantes promoveram incursão pelo interior do Brasil, dando início ao processo de extração de ouro e diamantes e ao tráfico de escravos, cujas atividades dominavam a economia no vale.

1675 – Foram encontradas as primeiras jazidas de ouro no rio São Francisco; Os índios Cataguares, habitantes das cabeceiras do São Francisco foram dizimados pelos bandeirantes comandados Lourenço de Castanho.

1678 – A bandeira comandada por Salmeron chega à cachoeira de Pirapora e trava uma sangrenta batalha com os índios cariris, ocupantes do território. Com o início da exploração de ouro e do diamante, nas cabeceiras do rio São Francisco em Minas Gerais, os trabalhadores da zona canavieira começaram a emigrar para essa região. A partir daí, a pecuária iniciada com a instalação dos currais de Garcia D‘Ávila teve que produzir bastante para suprir as necessidades de milhares de pessoas que se mudaram da cultura da cana para o garimpo. Os currais, do lado da Bahia, chegaram a mais de 550 e do lado de Pernambuco eram muito mais, segundo Barbosa Lima Sobrinho.

1691 – O monge Francisco de Mendonça Mar descobre a  gruta de Bom Jesus da Lapa, onde até hoje é ponto de convergência da fé do Brasil inteiro. Lá onde mora o Bom Jesus, para os devotos mora também o milagre. A fé de cada um é renovada sempre, ha 316 anos.

1697 – Vila Rica atual Ouro Preto Minas Gerais passa a ser alvo das atenções dos caçadores de minérios por causa da  descoberta de jazidas de ouro.

1720 – É criada a província de Minas Gerais, que recebe, do imperador D. Pedro II, parte do território do estado de Pernambuco, uma área quase correspondente ao estado atual. Depois Minas cede a referida área para a Bahia, aumentando consideravelmente o território desse estado, área esta, que continua anexada até hoje.

1832 – O povoado de Pambú passa a vila, mas só em 1880 passa a se chamar Curaçá. Antonio Conselheiro, deixa seus “ensinamentos” e marca sua passagem com a construção do cemitério de Riacho Seco e da igreja de Chorrochó, município vizinho.

1833 – O município de Juazeiro é criado, oportunidade em que seu território foi desmembrado de Sento Sé. Localizado na porção norte do estado da Bahia, à margem direita do rio São Francisco, Juazeiro se destaca como um dos maiores e mais promissores municípios baianos.

1847 – Nasce o distrito de Pirapora em Minas Gerais, onde em 1852, se inicia a expedição do engenheiro Halfeld onde também foi definida pela província da Bahia, a construção da estrada de ferro ligando Juazeiro a Salvador.

1851 – O  Imperador D.Pedro II contrata o engenheiro civil, alemão Henrique Guilherme Fernando Halfeld, para fazer o mapeamento do rio São Francisco, de Pirapora Minas Gerais ao Oceano Atlântico.

1859 – Imperador D. Pedro visita Penedo em Alagoas e a cachoeira de Paulo Afonso na Bahia, onde ordena a realização de estudos sobre o potencial energético.

1862 – É dado início pelo jesuíta Luis de Gran, a catequização dos índios que habitavam o vale do São Francisco.

1871 – Sabará Minas Gerais recebe o imperador D. Pedro II para inaugurar o vapor Saldanha Marinho, lançado no rio das Velhas, um dos principais afluentes do rio São Francisco, iniciando a história da navegação dos gaiolas na referida bacia.

1880 – As cidades de Januária, em Minas Gerais e Malhadas, na Bahia, são aterrorizadas pelo jagunço “Neco”.

1886 – Surge a primeira proposta apresentada pelo engenheiro Trist Franklin Alencar, para a transposição das águas do São Francisco para o semi-árido, Por causa das dificuldades técnicas da época, a idéia foi arquivada.

1901 – O regulamento do tráfego marítimo impõe o fim das barcas no rio São Francisco e, em 1902, é inaugurada oficialmente a navegação a vapor com a chegada do Saldanha Marinho a Pirapora que navegava, anteriormente, no rio das Velhas, um dos seus principais afluentes.

1906 – O rio São Francisco transborda e chega a sete metros acima do seu nível normal. O fato se repete em 1919 quando uma grande enchente provocou novamente a subida do seu nível para nove metros e, em 1926, segundo a história, ocorreu a maior de todas as enchentes registradas até hoje: nove metros e sessenta centímetros acima do nível. Isso se não levarmos em consideração a enchente que Halfeld mencionou em seu relatório, ocorrida em 1792, que segundo ele, atingiu 45 palmos acima do nível normal do rio, o que transformando em metros equivale a 9,90m.

1930 – O governo oferece recompensa a quem capturar Virgulino Ferreira o Lampião, o qual em 1938, é morto em combate com a polícia.

1945 – É criada a CHESF-Companhia Hidrelétrica do São Francisco. Em 1947, saem às primeiras verbas para a construção da usina de Paulo Afonso e em 1957 é dado início à construção da barragem de Três Marias em Minas Gerais, transformando parte daquela região num verdadeiro mar doce. (1)

1948 – O governo cria a CVSF–Comissão do vale do São Francisco, “19 anos depois, em 1967, criada a SUVALE – Superintendência do Vale do São Francisco” (2), onde em 1974 é transformada em CODEVASF-Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco. Também em 1974, foram instalados os projetos pioneiros de irrigação: Bebedouro em Petrolina e Mandacaru em Juazeiro.

1952 – É registrada a menor vazão no rio são Francisco, apenas quinhentos e noventa metros cúbicos por segundo.

1979 – Já com a barragem de Sobradinho em operação, ocorre uma grande enchente cuja vazão chega a quase 18.000m3/s.

1984 – O entrou em operação o Projeto Massangano, hoje denominado Projeto Senador Nilo Coelho. Nove anos depois, em 1993, começou a funcionar o Projeto de Irrigação de Itaparica e mais recentemente o Maria Tereza já em operação, e o Pontal em fase de instalação.

1994 – Começa a encher a barragem de Xingó, a maior geradora de energia do complexo Chesf e volta às mesas de discussões o projeto de transposição das águas do rio São Francisco para o restante do semi-árido nordestino. (3)

2000 – O potencial energético começa a se esgotar causando em 2001 o racionamento de energia no Nordeste, assim como ocorreu em outras regiões.

2004 – O Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco, reúne-se em Salvador Bahia, assina a Deliberação nº 18 sobre o projeto de transposição das aguas do São Francisco para o Nordeste Setentrional.

Atualmente está em execução o projeto de transposição, mas os projetos de revitalização tão anunciados continuam a passos de tartaruga. E já estamos em 2011.

4 de outubro, rio Sao Francisco 510 anos de descobrimento

Foto: Vitorio Rodrigues

E ele continua pedindo socorro.


Carta ao São Francisco do Céu

Caro São Francisco do Céu

Moro aqui na Terra há bastante tempo como tu mesmo sabes, mas infelizmente os homens daqui ainda não tomaram conhecimento da minha importância para eles com todo o meu potencial para gerar riquezas, por conta disso, venho por meio da presente, prestar-lhe minhas queixas pelos maus tratos que venho sofrendo há mais de 500 anos. Como todos sabem tu és muito mais novo do que eu, enquanto eu nasci há mais de 60 milhões de anos tu nascestes há apenas 1.800, embora tenhas ficado conhecido do povo deste planeta primeiro do que eu, por ter se tornado o santo padroeiro da ecologia. Mas isso não importa, o que eu quero mesmo é que tu uses teu prestígio junto a Deus para me ajudar a continuar vivo, regando a terra, proporcionando vida a todos os seres animais e vegetais.

Quando eu nasci, nasceram também meus irmãos nas mesmas elevações das Gerais como o Tocantins, o Paraná, o rio Doce e muitos outros. Só que eles tomaram rumos diferentes do meu, uns foram para o Atlântico Norte, outros para o sul e outros para o leste. Enquanto eu parti do meu berço e inicialmente segui em direção norte, assim como meu irmão Tocantins, mas depois resolvi socorrer as terras secas desse meu Nordeste onde vivo até hoje.

Até 1.500 anos depois de Cristo eu vivia tranqüilo sem sofrimento, nem os homens nativos me agrediam, eles só me usavam para navegar, pescar e tomar banho uma ou duas vezes por ano. Mas quando chegou 1.501 d.C, um tal de Américo  Vespúcio, navegador italiano depois de achar o Cabo de Santo Agostinho, o rio São Domingos, rio São Miguel e outros santos mais, achou minha foz no litoral onde hoje é o estado de Alagoas. Até aquele dia eu me chamava OPARÁ, mas de lá para cá passaram a me chamar de Rio São Francisco, pois o achado aconteceu no dia 04 de outubro, dia esse que já te pertencia, e como bom italiano, Américo Vespúcio me rebatizou com seu nome, nos tornando xará.

Confesso que gostei da idéia, assim eu tenho um xará no céu para me defender, representado por sua estátua que toma conta de mim lá na Serra da Canastra em minhas nascentes. Só que os homens aqui na terra xará, não me respeitam e nem respeitam tua estátua que me observa dia e noite, eles só pensam em nos explorar para ganhar dinheiro, pois eles são muito gananciosos. É de lá, da Serra da Canastra, que eu saio do meu berço e sigo em direção norte e depois para o Nordeste. Com o meu leito em forma de arco, dou minhas águas e minha vida para mais de 14 milhões de brasileiros habitantes em minha bacia proporcionando muitas riquezas com a irrigação, a pecuária, a navegação, o turismo e tantos outros meios de vida. São cinco estados que eu beneficio diretamente com minhas águas. Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.

Há 501 anos eu estou a serviço dos homens de todas as raças, todas as cores, todas as crenças.

Há 501 anos eu estou sendo agredido, torturado, apanhando para ser cada vez mais útil. Eu estou sendo sugado como um grande oceano e respeitado como uma pequena torrente, sem muita importância.

Olha xará, logo que me acharam descobriram que havia ouro e diamante na parte mais alta do meu vale. Foi aí que começaram a me matar para saciar suas ganâncias por dinheiro. Escavaram minhas margens, assorearam meu leito, envenenaram minhas águas com produtos químicos usados para limpar os minérios que iam encontrando. Em alguns trechos, desviaram meu leito de tanto escavarem e não fizeram recuperação de nada que destruíram. Eu chorei, mas ninguém me socorreu!

Desmataram minhas margens para fazer carvão, para plantar pastagem, para fazer lenha para os vapores, deixando meus solos expostos aos agentes erosivos como o sol, as chuvas e os ventos. Eu chorei, e chorei muito, mas ninguém me socorreu!

Cidades e mais cidades foram construídas às minhas margens e usam minhas águas irracionalmente, desperdiçam cerca de 40 litros de cada 100 que levam de mim, o resto me devolvem depois de usada, em forma de esgoto sem tratamento. Eu continuo chorando e choro muito, mas ninguém me socorre!

Vieram às barragens para gerar energia, são muitas delas gerando progresso para os homens e o extermínio de muitas espécies de meus peixes, com a interrupção das piracemas. Eu estou chorando e chorando muito, mas ninguém se preocupa comigo!

Olha xará, a agricultura irrigada também chegou aqui por essas bandas por minha causa, e é ela quem mais consome minhas águas. Depois, me devolve por meio dos canais de drenagem misturada com os agrotóxicos usados sem critérios. Eu estou com medo, xará, estou pedindo socorro, mas ninguém me ouve, já estou rouco, debilitado. Para me consolar me chamam de Rio da Integração Nacional, Nilo Brasileiro, Grande Linha de Comunicação, Rio da Redenção Econômica, Velho Chico, Rio dos Currais, Chicão e outras coisas mais.

Grandes congressos e conferências são realizados em nome de minha revitalização, muitas festas, muitas comemorações, tudo aquilo de que eu não preciso eles fazem aqui na Terra. Eu não preciso de badalações, eu preciso  mesmo é que devolvam minha saúde, minha vida que está sendo ceifada pelos maus-tratos que me acompanham há mais de 500 anos.

Muitos dos meus tributários já morreram, e muitos outros estão morrendo, pouco a pouco eu estou ficando largo e raso por causa das erosões e do assoreamento, minhas águas evaporam acima da média pluviométrica, eu tenho medo da morte.

Olha xará, mesmo com todo esse descaso dos homens eu não carrego rancor, porque ainda tenho uma grande esperança que tudo isso se reverta, quando nossas crianças de hoje forem homens, amanhã. Elas são muito mais sensíveis, respeitam mais a mãe natureza e sabe de uma coisa, Xará? Eu já descobri que elas gostam muito mais de mim do que os homens grandes. Por isso, eu estou confiante que elas vão me salvar. Ou então, só me resta te conclamar:

Meu xará, São Francisco do Céu! Intercedei junto ao Pai para que perdoe esses pecadores, pois eles não sabem o que fazem... mas, fazei com que eles aprendam, por que eu não agüento mais chorar, não tenho mais lágrimas, não agüento tantas agressões, estou secando, estou morrendo! Socorro!


Esta carta foi escrita há 10 anos e está publicada no Livro São Francisco da Terra, quando Vitório Rodrigues simulou o rio São Francisco prestando queixas a São Francisco de Assis pelos mus tratos que sofre desde quando foi achado pelo homem branco.

Lagoa do Calu, nenhuma árvore nativa do bioma

A Craibeira seria uma boa escolha para ser incluida no acervo arbóreo
Ontem, dia nacional da arvore, presenciei uma ação louvavel de crianças estudantes de Juazeiro Bahia, quando plantavam mudas de arvores no entorno da Lagoa do Calu em Juazeiro. Duarante a ação a TV Sao Francisco que havia me convidado para falar sobre a data, pediu que eu opinasse asobre aquela ação, eu prontamente respondi que apenas estava sentindo falta da presença de especies nativas do bioma caatinga, que precisa ser inserido na arborização urbana regularmente. Em Pernambuco, por exemplo, é obrigatorio a inserção de pelo menos 50% de especies nativas do bioma onde está inserida a cidade. Mas de qualquer forma parabenizamos as crianças que plantaram pelo menos 30 mudas de Nim indiano naquele espaço.

"Sejamos práticos e admitamos que nem sempre é possivel mantermos vivas todas as arvores que conhecemos, mas é sempre possivel plantarmos mais uma, duas, três ou mais..., façamos isso, a Natureza agradece. E nóz também".

Vitorio Rodrigues 

Petrolina - PE

Hoje, dia mundial da árvore

Ninguem lembra dos mandacarus e facheiros
Não esquaçamos que hoje (21),  é o dia mundial da arvore.
Sejamos praticos e admitamos que nem sempre é possivel mantermos vivas todas as arvores que conhecemos, mas é possivel sempre plantarmos mais uma, duas, três ou mais..., façamos que a natureza agradece.

Vitorio Rodrigues
Petrolina-PE

É melhor a esperança tarde de que o desengano cedo.

Pela primeira vez na história do país o Governo Federal decide investir recursos financeiros na melhoria do uso dos fornos de carvão e de lenha para combater a desertificação e promover a recuperação de áreas degradadas na região do semiárido do Nordeste brasileiro. Serão investidos mais de R$ 6 milhões em atividades relacionadas à fabricação de tijolos para a construção civil em fornos industriais e caseiros. A informação é do analista ambiental do Departamento de Desertificação da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEDR) do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ricardo Padilha.

SEPUMA realiza audiência publica com auditório lotado


 
 A Secretaria de Planejamento e Urtbanismo em conjunto com a Secrataria de Ortdem Publica de Petrolina, realizam audiência publica dando inicio ao processo de revisão do Plano Diretor Territorial do municipio. O evento aconteceu num dos auditorios do Cetro de Convençoes com a participação de vários segmentos do do poder publico e da sociedade civil.

O prefeito Julio Lóssio fez a abertura dos trabalhos, em seguida uma rapida apresentação da metodologia que será aplicada pela esmpresa que foi contratada para a realização desse trabalho num periodo de nove meses. Depois, o Secretario de Planejamento Geraldo Junior e Marcelo Cavalcanti de Ordem Publica, conduziram o processo de formação do Nucleo Gestor que irá coordenar o prodesso de revisão.

O Nucleo Gestor foi formado de forma paritária, sendo 10 titulares  representes do poder publico, com respectivos suplentes e 10 titulares com igual numero de suplentes representando os diversos segmentos da sociedade civil organizada.

Com essa revisão, certamente algumas falhas constatadas no plano atual serão sanadas e darão melhores condições de aplicabilidade nos diversos setores desta e das demais gestões subsequentes de nosso município.