Um animal silvestre ameaçado de extinção

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A Arara-Azul-de-Lear (Anodorhunchus leari) é uma das aves mais ameaçadas do mundo, estando presente no apêndice I da CITES (Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies da Fauna e Flora Ameaçadas de Extinção), no qual lhe é dado o maior grau de proteção. Sua população hoje encontra-se estimada em 170 indivíduos na natureza, tendo relato de 19 em cativeiro.

São bem semelhantes à Arara-Azul-Grande (Anodorhunchus hyacinthinus), sendo menores que estas. Sua plumagem apresenta um azul pálido, mas nem por isso seu preço no comércio ilegal é inferior a outra espécie.

Hoje a espécie está restrita ao estado da Bahia (Raso da Catarina), onde predomina a caatinga, com clima semi-árido e chuvas raras mal distribuídas. Encontram-se abrigadas em paredões de arenitos onde passam a noite. São nas cavidades destes paredões que na época reprodutiva constróem seu ninhos.
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Um animal silvestre ameaçado de extinção

Jaguatirica, ocelote ou gato-do-mato é um felino cujo nome científico é Leopardus pardalis ou Felis pardalis, originariamente encontrado na Mata Atlântica e outras matas brasileiras. Distribuída por toda a América Latina, é encontrada também no sul dos Estados Unidos. De hábitos noturnos, passa a maior parte do dia dormindo nos galhos das árvores ou escondido entre a vegetação. Vivem aos pares, o que é raro entre os felinos.

As fêmeas têm de um a quatro filhotes a cada gestação. Supõe-se que se reproduzem a cada dois anos. O período de gestação varia de 70 a 95 dias. As fêmeas chegam à idade adulta em um ano e meio, os machos aos dois anos. Em cativeiro estima-se que viva cerca de 20 anos, é possível que viva menos na natureza.

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Zabelê: um animal da caatinga ameaçado de extinção

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O zabelê ou zebelê (Crypturellus noctivagus zabele), é uma ave brasileira da família dos tinamídeos, medindo entre 33 a 36 cm. É uma subespécie ou forma nordestina do jaó-do-litoral (Crypturellus noctivagus noctivagus) do litoral do sudeste e sul do Brasil, do qual difere principalmente pelo colorido mais pálido. É ave cinegética. Habita as matas de Minas Gerais, e Nordeste do Brasil, na caatinga, onde também é chamado de zambelê.

Alimenta-se de sementes, bagas, pequenas frutas, insetos e artrópodes. Uma característica na reprodução dessa espécie é a da formação de haréns de fêmeas, no período de acasalamento, que são fecundadas por machos solitários, fator que contribui para os resultados escassos obtidos nas tentativas de sua reprodução em cativeiro. Seus ovos possuem coloração verde-água, e a postura de 2 ou 3 deles. Seu canto consiste num forte piado com 3 ou 4 notas, sendo a primeira descendente, e as demais lineares. Segundo estudos em sonogramas, existem variações particulares entre as vocalizações de populações regionais dessas aves. Por causa da predação humana, o zabelê é um animal ameaçado de extinção.

Um animal da caatinga ameaçado de extinção

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O papagaio-verdadeiro, também conhecido pelos nomes de , acamatanga, papagaio-baiano, acumatanga, ageru, ajuruetê, ajurujurá, camatanga, curau, papagaio-comum, papagaio-curau, papagaio-de-fronte-azul, papagaio-grego e trombeteiro (Amazona aestiva), uma ave da família Psittacidae.

É encontrado em mata úmida ou seca, em beira de
rios e cerradões na Bolívia, Paraguai e Norte da Argentina. No Brasil, ocorre do Nordeste (Piauí, Pernambuco, Bahia), pelo Brasil central (Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso), ao Rio Grande do Sul; ausente nas áreas litorâneas ao contrário de Amazona amazonica.

O papagaio-verdadeiro possui aproximadamente entre 35 e 40 cm de comprimento e pesa cerca de 400 g. Apresenta cabeça amarela, fronte e loro azuis, espelho alar, encontro das asas e base da cauda vermelhos. A cor da íris dos adultos é amarelo-laranja (macho) ou vermelho-laranja (fêmea, destacando-se um fino anel esterno vermelho), os imaturos têm íris marrom uniforme. O bico é negro no macho adulto. É uma das espécies mais belas e inteligentes de aves do planeta e sua expectativa de vida é de 80 anos. Os papagaios-verdadeiros também costumam repetir o que ouvem de seus donos.

Os papagaios são capturados clandestinamente e transportados para serem vendidos ilegalmente. A única maneira legal de possuir essa e outras aves da fauna brasileira é possuindo uma ave com anilha, documento, e ter a permissão do
IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Além da captura, se perdem ovos e muitos filhotes morrem no ato da retirada das aves dos ninhos, pois freqüentemente derruba-se a árvore, eliminando assim também os locais favoráveis para reprodução, como exemplo, as palmeiras velhas, que são os melhores locais para essas aves procriarem.

Um animal da caatinga ameaçado de extinção

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A caatinga é um bioma que se concentra na região nordeste do Brasil. Ocupando quase 12% do território nacional, ela cobre grandes faixas do Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e também um pedaço do norte de Minas Gerais. Perfazendo uma área de 955.755,79 km2, em 1.280 municípios. Por vários fatores várias espécies de seus bichos estão ameaçadas de extinção. Hoje vamos falar do tatu-bola que já serviu tanto de alimentação para o homem caatingueiro, embora não tanta carne assim, que valha a pena o seu abate. Mesmo assim ser humano com seu instinto de destruição continua matando impiedosamente os que ainda restam.



Por conta disso, de acordo com a lista nacional das espécies de fauna brasileira ameaçada de extinção, publicada em maio de 2003, pelo Ibama, vivem no bioma 28 espécies ameaçadas de extinção, entre elas o Tatu-bola (Tolypeutes trinctus): considerado o menor tatu brasileiro, medindo de 22 a 27 centímetros, esse animal enrola seu corpo e fica parecido com uma bola quando se sente ameaçado. O que não é suficiente para se livrar das garras dos predadores.

CONFECOM em Petrolina

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Aconteceu hoje em Petrolina, uma conferencia prá lá de desinteressante. me refiro a Conferencia Nacional de Comunicação, etapa municipal. Aliás, o que menos teve foi comunicação e gente. Ué? e se faz conferencia sem gente? não sei, só sei que foi assim, confira pelas fotos.



O que presenciamos mesmo foi um grupinho de que veio de Recife, cheio de direito falando para quase nimgem só para dizer que fizeram a conferencia. O que estava marcado para começar as 9h00, começou mais de 11h00, ôh coisinha desorganizada. Farnésio Silva ficou furioso.

07 de novembro, dia do radialista. Ou não?

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O dia 21 de setembro, dia do aniversário de emancipação politica administrativa de Petrolina, mas também era o dia se homenagear os radialistas do Brasil. E agora?

DIA DO RADIALISTA – 21 DE SETEMBRO OU 07 DE NOVEMBRO?

Desde os anos 80, quando ingressei na área de comunicação radiofônica, como locutor, animador, apresentador. Sempre fiz minhas homenagens aos radialistas, dia 21 de setembro. Tudo começou em 1943, no Governo Getúlio Vargas, quando o Presidente da República sancionou uma Lei fixando um piso salarial, ou remuneração mínima para os profissionais da categoria. Consta que numa reunião realizada na Rádio Nacional teria sido decidida a escolha da data do referido decreto Lei, 21 de setembro, como referência para se comemorar o “Dia do Radialista”.

De repente, descubro que o Dia do Radialista não é mais comemorado nessa data, desde 2006. E sim, no dia 07 de novembro, instituída pela Lei Federal nº. 11.327/06. Digo descubro, porque confesso que não sabia dessa mudança. Considerando que a lei em epigrafe, não revoga nenhuma outra lei anterior, qual é a verdadeira data a ser comemorada? 21 de setembro? Ou 07 de novembro? Ou as duas?. Veja a lei a seguir.

LEI Nº 11.327, DE 24 DE JULHO DE 2006.

Institui o Dia do Radialista.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o Fica instituído, no calendário das efemérides nacionais, o Dia do Radialista, a ser comemorado no dia 7 de novembro, data natalícia do compositor, músico e radialista Ary Barroso.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 24 de julho de 2006; 185o da Independência e 118o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
João Luiz Silva Ferreira



Petrolina, 16 de setembro de 2009

Vitorio Rodrigues de Andrade
Especialista em Ensino de Comunicação Social
Radialista mat. DRT/MT 1540 – PE