Jacu da caatinga ameaçado de extinção

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O fato A caça predatória nas caatingas do Nordeste tem levado muitas espécies de aves ao risco de extinção, principalmente, as grandes aves, como o jacu. Encontrar um jacu na caatinga do Sertão de Pernambuco é uma raridade. A última vez que avistamos esta ave foi em março de 1988. O jacu é uma espécie de ave grande com topete pardo avermelhado com barbela avermelhada. O jacu normalmente é visto encima das árvores, más na caatinga como as plantas são pequenas em comparação com as grandes florestas, o jacu é visto sempre no chão.

Dia da poesia 2010



Neste ano, a União Brasileira de Escritores (UBE) de Petrolina antecipa a celebração do dia nacional da poesia (14) para esta sexta-feira (12), na biblioteca municipal. A programação começa pela manhã e prossegue ao longo do dia. 8h – Apresentação da Philarmônica 21 de Setembro 8:30 - Distribuição de edição extraordinária do jornal Farol das Letras. 9:00 às 12:00 – Oficina de conto José Américo de Lima (in memorian) 8h às 16h - Exposição de livros de autores do vale (com vendas, doações e troca de livros) e de um painel poético. 14:00 às 16:00 - Exibição do documentário “Poeta de 7 faces”, sobre Carlos Drummond de Andrade, e debate sobre a obra com poetas e escritores da UBE. A representação da União Brasileira de Escritores (UBE) em Petrolina funciona na sala Aparício Lima, na biblioteca municipal. Durante o evento, será distribuída gratuitamente aos presentes a edição do jornal “Farol das Letras”, que expõe a obra dos escritores da região filiados a UBE. Pela 13ª vez, a entidade homenageia um poeta. Em 2009 o petrolinense Cid Carvalho foi o homenageado. Já este ano, no dia da poesia, a arte do baiano Castro Alves (1847-1871) será celebrada. Raoni Santos/Carol Souza Assessoria de Comunicação Prefeitura Municipal de Petrolina 09/03/2010 Imagem: Google

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Quinta-feira, 11 de de 2010



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Um bicho silvestre ameaçado de extinção

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Preguiça-de-coleira (Bradypus torquatus) é uma preguiça-de-três-dedos, endêmica na Mata Atlântica, no Brasil, pricipalmente nos estado da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Tais animais, ameaçados de extinção, medem cerca de 50 cm de comprimento, com pelagem castanha e nuca com longos pêlos negros, formando uma espécie de crina. Também são conhecidos pelos nomes de aí-igapó, aipixuna, aí-pixuna, preguiça-preta."

Ararinha azul em liberdade, extinta da natureza

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A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) é uma arara restrita ao extremo Norte do estado brasileiro da Bahia ao Sul do rio São Francisco. Tal espécie chega a medir até 57 cm de comprimento, com plumagem azul, com asas e cauda muito longas e mais escuras, bico negro com grande dente maxilar e íris amarelo-mostarda. Está seriamente ameaçada de extinção, não sendo mais vista em vida selvagem. Também é conhecida pelos nomes de arara-celeste, arara-do-nordeste e arara-spixi. Seu nome específico é uma homenagem ao naturalista alemão Johann Baptiste von Spix.


Alimentação


É herbívora, mas em cativeiro é alimentada com macarrão especial que tem todos os elementos necessários para a sua sobrevivência. Gosta de frutos, tendo preferência pelo buriti.
Características


É uma espécie endêmica (que só ocorre na região) do Nordeste brasileiro, em especial nos estados da Bahia, Piauí e Maranhão e áreas úmidas do sertão, onde riachos temporários permitem a existência de árvores mais altas, característica típica da região de Curaçá, no extremo norte da Bahia, ao sul do rio São Francisco.


Os psittaciformes apresentam características especiais, pois ao longo de sua vida têm apenas um parceiro, formando casais fiéis por toda a vida. Se algum deles morre, o outro permanece sozinho ou apenas se integra a um novo grupo.


A ararinha faz ninho em ocos de árvores bem altas e antigas. Em decorrência de corte indiscriminado de árvores da caatinga, aonde restam apenas árvores mais jovens, não tão desenvolvidas e altas, têm dificultado em muito a reprodução desta espécie, inclusive sua adaptação às novas condições.


Esta ecologia peculiar levou a que o seu número de efetivos fosse decrescendo, sendo em 2000 considerada extinta na natureza quando o seu último exemplar livre conhecido foi capturado.
Extinção na natureza


O maior responsável pelo desaparecimento desta ave é o ser humano devido ao intenso tráfico. Os compradores são atraídos pela sua bela cor azul e principalmente pela ganância de possuir uma espécie tão rara. Um exemplar da ararinha-azul chega a custar no mercado negro milhares de dólares. As décadas de 70 e 80 foram as mais críticas para a espécie, num período em que o tráfico atuava fortemente para fora do Brasil.


Atualmente existem apenas 78 exemplares da ararinha-azul no mundo, o que a torna uma das mais raras espécies vivas. Destes, apenas oito podem ser encontrados no Brasil, sendo que dois estão no Zoológico de São Paulo. Apesar de serem um casal, as ararinhas do Zoológico de São Paulo nunca tiveram filhotes.



Pica pau anão dourado ameaçado de extinção

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Pica-pau-anão-dourado

O Pica-pau-anão-dourado é um Piciforme da família Picidae. Conhecido também como Pica-pau-anão-amarelo, Pica-pauzinho-de-testa-dourada e Pica-pauzinho dourado. É uma das menores espécies de pica-paus.

Características

Mede cerca de 7,5 cm de comprimento. O macho apresenta a região anterior da cabeça com pintas amarelo-ouro, as quais são brancas na fêmea.

Alimentação

Alimenta-se de pequenos insetos, que captura batendo com força o bico nos ramos finos da vegetação.

Hábitos

Habita o sub-bosque de florestas altas de terra firme e de várzea. Vive geralmente solitário, acompanhando bandos mistos de aves com freqüência.

Distribuição Geográfica

Presente ao norte do Rio Amazonas para leste até o Rio Negro, e ao sul deste até o norte de Mato Grosso (alto Xingu), sul do Pará (Serra do Cachimbo), Rio Tocantins e leste do Pará (região de Belém). Está ameaçado de extinção em PE, PB e AL.

Periquito cara-suja ameaçado de extinçao

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Os biólogos tentam preservar essa espécie de pássaro em extinção nas matas brasileiras: o periquito-cara-suja, da família dos papagaios. A derrubada de árvores e a venda ilegal colocam essas aves em risco.


Os pesquisadores vasculharam serras de cinco estados do Norte e do Nordeste. Eles usaram a tecnologia e as informações dos moradores na procura de uma espécie que caminha para a extinção.

Com as pistas dadas pelos moradores, os especialistas querem calcular quantos periquitos-cara-suja restam nas matas brasileiras. Depois de descobrir os pontos onde os pássaros têm sido vistos e capturados, os pesquisadores entram na mata, para observar como ele vive e se reproduz.

Além do tráfico, o periquito-cara-suja enfrenta escassez do abrigo ideal para a espécie. Em geral, árvores antigas, com tronco oco, que servem como ninho, já foram derrubadas e substituídas por árvores mais novas, sem essa característica. É preciso conservar a floresta para preservar a espécie. "Se não tiver esse tronco oco, a espécie não tem onde fazer ninho e onde dormir", explica o pesquisador Ciro Albano.

Segundo os ambientalistas, se a devastação e o comércio ilegal continuarem, em pouco tempo, só vai ser possível observar o periquito-cara-suja nas gaiolas.


Em programa de 02/10/2009, o "Globo Repórter" mostrou cenas com a Pyrrhura griseipectus, conhecida popularmente como periquito-cara-suja.

O animal ainda pode ser encontrado na Serra do Baturité, no Estado do Ceará.

Segundo especialistas, esse psitacídeo seria uma das espécies de aves mais ameaçadas da fauna nacional, com menos de 250 exemplares na natureza, perdendo apenas para a ararinha-azul (Cyanopsita spixii), que praticamente não existe mais em vida livre.




(http://participeg1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL26121-5598,00.html
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Trinta Réis Real - Amaeçado de extinçao

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No Brasil se reproduz apenas em SP. Distribuição na América Central e oeste da África, até Argentina, onde se reproduz. Mas também é encontrada nos estados de AL, AM, AP, BA, CE, ES, MA, PA, PB, PE, PR, RJ, RN, RS, SE, SC E SP.

É a maior de nossas trinta-réis, de bico laranja avermelhado e pernas enegrecidas. Reside em 6 ilhas paulistas, com colônias significativas em Alcatrazes, na Laje de Santos e Laje da Conceição. População estimada em SP de 754 indivíduos, sendo 374 na Laje Bandos permanecem na costa paulista ao longo do ano. É considerada ameaçada de extinção no Brasil