Pica-pau-anão-da-caatinga, ameaçado de extinção

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Mede apenas 10 cm de comprimento. Possui o corpo pardo com a parte inferior uniformemente amarelada e uma coroa preta pontilhada de branco na cabeça. A diferença entre fêmea e macho é que este ultimo possui, na coroa, uma faixa vermelha. A área abaixo dos olhos é castanha. As pernas são curtas e os pés, relativamente grandes, servem para dar melhor apoio quando pousa na ponta de um galho.

Pode ser observado alimentando-se em bambuzais e pomares abandonados, diferentemente de outras espécies de pica-paus.

Na época reprodutiva, o casal procura uma árvore-sobretudo as que estão secas e mortas-e constrói uma cavidade, forrada apenas com pequenos pedaços de madeira extraídos durante sua confecção. Ali, a fêmea deposita seus ovos de cor branca claríssima e brilhante. Na incubação dos ovos, macho e fêmea se revezam. Os filhotes são alimentados com larvas de insetos.

Habita em áreas de caatinga e capoeiras. É ameaçado principalmente pela expansão da agricultura, com a ampliação das áreas de pasto e queimadas. Por ter uma população reduzida, torna-se sensível à fragmentação do habitat. Na Serra do Baturité resta apenas 1% da vegetação origina, e paira uma constante ameaça de novas queimadas ou da construção de novas pousadas.

É considerado pela literatura existente como restrita às serras de Ibiapaba, Baturité e Aratanha, Ceará (Burn, 2002), mas a distribuição real parece ser bem mais ampla no estado (Weber Silva e Ciro Albano, obs. pess.).
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COMDEMA, nova diretoria empossada

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Carlos Pessoa é o novo presidente


O Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Petrolina, teve nova diretoria empossada nessa quinta-feira (08), para o bienio 2010/2011. O novo presidente é o servidor municipal, carlos Pessoa e como Vice-Presidenta representando a sociedade civil, Clkedima Santos.A posse aconteceu no plenário da Camara de Vereadores e foferido pelo Secretário de Planejamento, Geraldo Júnior, onde contou com a presença de representantes do poder executivo, legislativo e do Exercito Braileiro.

Conselheiros e conselheiras empossados



Conselheiros e conselheiras empossados

Segundo o governo federal, combate ao desmatamento da caatinga é prioridade

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O Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Caatinga deve sair do papel até o final deste semestre. A determinação é da nova ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. A urgência se justifica pela necessidade de frear, o mais rápido possível, o nível acelerado do desmatamento no bioma, único exclusivamente brasileiro, rico em biodiversidade, mas que já perdeu 45% de sua cobertura vegetal.

Números do monitoramento da Caatinga revelam que 0,33% de sua biomassa são transformados anualmente em carvão para abastecer a demanda por energia, tanto na região em que o bioma está presente quanto em outras. A economia do carvão vem apresentando uma crescente demanda, fator que leva a níveis de desmatamento só comparáveis aos da Amazônia em seus momentos de pico, quando os programas de redução começaram a ser implementados.

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Bioma considerado um dos mais vulneráveis às mudanças climáticas, onde habitam 13 milhões de brasileiros, a Caatinga é apontada como uma das regiões que mais serão afetadas pelo aquecimento global. Estimativas apontam que 1/3 da economia do Nordeste, onde se encontram 80% do bioma, pode desaparecer. Por isso, o governo brasileiro incluiu a região no programa de redução de emissões de CO2, instituído pela lei sobre mudanças do clima – aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Lula em 2009.

Dados recentes sobre a situação da Caatinga foram debatidos ontem, em reunião com representantes dos ministérios do Planejamento, Indústria e Comércio, Agricultura e Reforma Agrária, Ibama, ICMbio e MMA, para definir o modelo lógico do PPCaatinga. Para a técnica do Ministério do Planejamento, Andreia Rodrigues, esta é das uma ferramentas à disposição do Governo para a execução do plano. O modelo vai definir as metas, a forma de atingi-las, as etapas de execução e a origem dos recursos que serão aplicados. “Faremos um diagnóstico completo para orientar as ações e controlar os resultados”, resume. A oficina termina nesta terça-feira (06/04).

Segundo Mauro Pires, diretor do Departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento do MMA, um dos maiores desafios é encontrar alternativas para a geração de energia. O ciclo do desmatamento na região começa nas pequenas propriedades – descapitalizadas e dependentes do carvão- e move as indústrias de gesso e cerâmica no Nordeste, bem como a de ferro gusa nas siderúrgicas do Centro-Sul.

A tecnologia sustentável aliada aos conhecimentos tradicionais do sertanejo no trato com o bioma, por outro lado, podem ser fortes aliados no controle do desmate, de acordo com a explicação do diretor do DPCD. Ele defende a elaboração de um modelo próprio, adaptado à situação da Caatinga, que aproveite a experiência adquirida no Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm) – que reduziu em 40% a média do desmatamento nos últimos 10 anos naquela região.

Valorizar os produtos da sociobiodiversidade, criar mecanismos de financiamento de atividades sustentáveis e o manejo dos recursos madeireiros e não madeireiros também fazem parte do leque de opções.

O Ministério do Meio Ambiente não considera descartada a possibilidade de conclusão da etapa preliminar do PPCaatinga para seu lançamento até o dia 28 de abril, quando é comemorado o dia da Caatinga. Os entendimentos nesse sentido seguem em ritmo acelerado. Um dos principais argumentos para garantir a agilidade na aprovação do PPCaatinga é o recém divulgado relatório de monitoramento do bioma, que está disponível no sítio eletrônico do MMA. O levantamento detalhado é apontado pelos técnicos como revelador do estado atual do bioma.
(Fonte: MMA)
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Macaco bugio ameaçado de extinção

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Por falta de habitat o macaco bugio-preto (Alouatta Caraya), que vive no semi-árido piauiense, está ameaçado de extinção. Mapeamento realizado em 31 municípios no Sul do Piauí mostra que há poucos registros do primata na região. Os pesquisadores do Centro de Proteção de Primatas Brasileiros (CPB) observaram também que os poucos indivíduos sobreviventes estão pressionados pela caça e pela descontinuidade das matas ciliares.“


O isolamento provocado pela fragmentação das matas ciliares,- locais onde vivem, é o principal motivo que ameaça levar essa espécie à extinção”, alertam os pesquisadores Marcos Fialho e Juliana Ferreira. De pelagem inteiramente negra ou marrom-escura nos machos e marrom-amareladas nas fêmeas, essa espécie de primata é conhecida também como carajá, guariba, guariba-preto.Todos os registros do bugio-preto realizados entre 2005 e 2008 ocorreram durante as expedições à região do Alto Parnaíba, na bacia do rio Gurguéia, e nas drenagens pertencentes à Bacia do Rio São Francisco, ao sul da Serra Vermelha e da Serra da Capivara.


Os dados de campo da pesquisa realizada no Piauí sugerem que a ocorrência do bugio-preto está restrita às matas ciliares e às suas proximidades, bem como aos boqueirões, regiões úmidas existentes no semi-árido e em outras regiões tanto do Cerrado como da Caatinga.O estudo elaborado pelos analistas ambientais Marcos Fialho e Juliana Ferreira foi apresentado no I Seminário de Pesquisa e Iniciação Científica do ICMBio. O trabalho dos pesquisadores constata, porém, que o bugio-preto não é a única espécie que corre risco de desaparecer. Dos mais de 130 táxons de primatas brasileiros existentes, 26 estão ameaçados de extinção.


Desses, dez estão “Criticamente em perigo”, seis “Em Perigo” e dez “Vulneráveis”, conforme classificação da Lista de Espécies Ameaçadas do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Fonte: http://www.canalverde.tv/bichos

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Arapaçu-pardo-do-nordeste ameaçado de extinção

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.Os arapaçus são aves de pequeno a médio porte, com 13 a 36 cm de comprimento e 11 a 160 g de peso. A sua plumagem é tipicamente marron, verde-azeitona ou ferrugenta, com manchas, riscas ou ponteados de cor branca. A maioria das espécies não apresenta dimorfismo sexual e algumas são facilmente confundíveis entre si sem observação detalhada. O formato do bico é muito variável dentro do grupo dos arapaçus e reflete diferentes estratégias de alimentação. Algumas espécies têm o bico curto, outras apresentam-no muito longo. O arapaçu-de-bico-comprido (Nasica longirostris) é um exemplo extremo, onde o bico representa um quarto do comprimento total da ave. As patas são fortes e com garras adaptadas para trepar árvores e tendões ossificados. A cauda dos arapaçus evoluiu também como adaptação a um modo de vida arborícola, com penas semi-rígidas e pequenos ganchos, que lhes permitem uma melhor fixação ao tronco.

A época de reprodução dos arapaçus desenrola-se em geral no verão. Estas aves formam casais monogâmicos que nidificam em cavidades de árvores, naturais ou abandonadas por pica-paus, colónias de térmitas ou estruturas humanas. Cada postura contém entre 2 a 3 ovos, incubados ao longo de cerca de duas semanas. Os juvenis permanecem junto dos pais por alguns meses.

Os arapaçus são aves insectívoras que se alimentam de insectos apanhados em árvores. As presas favoritas do grupo são grilos, baratas, formigas, térmitas e escaravelhos. Ocasionalmente consomem também pequenos anfíbio ou répteis e só em condições de extrema escassez se alimentam de frutos ou sementes.

A subfamília Dendrocolaptinae já foi considerada como família própria, Dendrocolaptidae). Das espécies brasileiras, apenas o arapaçu-do-nordeste está listado pelo IUCN como vulnerável. No entanto, perda e fragmentação de habitat e interferência humana são ameaças à conservação do grupo.

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Araponga de barbela ameaçada de extinção

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Nome Vulgar: Araponga-de-barbela
Nome Científico: Procnias averano averano Hermann,1783)
Ordem:Passeriforme
Família: Cotingidae


Habitat: Florestas de altitude e em zonas baixas da região neotropical, embora actualmente, podemos encontrá-las próximo das árvores de fruto.

Características: O nome Araponga é indígena e significa ara (ave) e ponga (soar). É uma ave tipo picanço que tem o comprimento entre 27-28 cm. É uma ave muito bonita, que apresenta dimorfismo sexual: o macho é branco com asas negras, cabeça castanha e vários apêndices carnudos que "nascem" da garganta como se fossem barba" brilhante de filamentos escuros , de onde vem seu nome popular de "Araponga de Barbela. A fêmea é verde, como a da P. nudicollis. O macho imaturo, também verde, tem cabeça castanha e garganta preta. Espécies afins: P. nudicollis ( araponga comum), P. alba e P. tricarunculata.

Comportamento: Alimenta-se de pequenos frutos silvestres e de bagas inteiras. Possui um território delimitado, que é a árvore que ele defende e onde não permite a invasão dos outros machos nos seus dois galhos favoritos: um mais alto, onde canta, outro mais baixa onde acasala. Pousado no galho mais alto, o macho canta o dia inteiro para atrair a fêmea. Juntam-se os dois no "galho do acasalamento", o macho manifesta-se dando um forte grito em frente à fêmea; se ela o aceitar, dá-se o acasalamento. Posteriormente o macho volta para o seu "galho de canto" e continua a cantar; se aparecer outra fêmea ele repete o ritual. A época de reprodução é na Primavera, só a fêmea trabalha na construção do ninho e na criação das crias. Põe cerca de 2 ovos, o período de incubação é de 23 dias, as crias saem do ninho com 27 dias de idade. Atingem a idade adulta entre 2-2,5 anos. Vocalização: o macho emite um grito muito alto e estridente (päng), imita com perfeição o trabalho de um ferreiro, primeiramente com uma lima (reins), e a seguir com a batida estridente. A fêmea emite um som baixo, quase imperceptível.

Distribuição: O habitat dessa espécie cobre todo o Nordeste, mata atlântica e prolonga-se pela Amazónia até a Venezuela e Colômbia.

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22 de março, dia mundial da água

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Em 1992, a Organização das Nações Unidas - ONU, declarou o dia 22 de março como o dia mundial da água. Para que reflitamos sobre o assunto nesta segunda-Feira (22), vamos falar um pouco desse precioso liquido?
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O Planeta Terra tem cerca de 71% de sua superfície coberta por água. Deste volume 97,3% é de água salgada armazenada nos oceanos e mares, cujas salinidades vão de 35 a 250 por mil. Isso significa que nas águas do Oceano Atlântico, por exemplo, podem ser encontrados em cada litro de água, 35 gramas de sal, e, no Mar Morto, 250. Sendo estes os pontos extremos. 2,07% é representado pelas águas doces congeladas da Patagônia, Groelândia e Antártida, águas que se encontram em estado gasoso na atmosfera e as águas que se encontram nos corpos dos seres vivos. 0,63% (14.000 km3/ano) apenas é acessível ao homem e outros animais e estão armazenadas nos rios, lagos e lençóis subterrâneos que vão de profundidades quase zero a 1.800 metros. A demanda mundial nos dias de hoje já é de 41% do total disponível no planeta.

Os padrões médios mundiais de múltiplo consumo indicam que neste século XXI será de 2.736 l/hab/dia, caso não sejam adotadas medidas enérgicas no sentido de minimizar as ações degradatórias como: desperdício, poluição, contaminação e aprofundamento dos lençóis freáticos poderá haver um esgotamento da potencialidade superficial até o ano 2053, considerando os fatores já citados e o crescimento populacional na razão geométrica de 1,6% ao ano. Já se encontram na faixa de escassez hídrica o Kuait, Arábia Saudita, Líbia, Egito, Barbados, Tailândia, Jordânia, Singapura, Israel, Cabo Verde, Burundi, Argélia e Bélgica. As preocupações poderão se estender ao México, Hungria, Índia, China, Estados Unidos, Etiópia Síria e Turquia.

As águas consumidas no mundo hoje estão divididas entre as áreas de consumo domestico (10%), consumo industrial (25%) e irrigação (65%. Em todas as áreas de consumo o desperdício é da ordem de 40% das águas retiradas dos mananciais, na produção de bens de consumo o gasto também é muito grande. Segundo o Movimento de Cidadania Pelas Águas para se produzir um bem de consumo se gasta as seguintes quantidades de água: 1.000 quilos de pães, a partir do plantio do trigo passando pelo beneficiamento até chegar a nossa mesa consome 1.000 m3 de água; Para produzir um barril de derivado de Petróleo da extração ao beneficiamento e venda são gastos 290 m3 de água; uma tonelada de tecido a partir do plantio do algodão até se transformar em roupa, são gastos 1.000 litros de água. E assim sucessivamente. E todo esse consumo é debitado em nossa conta a partir do momento que compramos os produtos produzidos através da divisão “per capita”, quando soma-se a água que usamos diariamente para beber, tomar banho, lavar roupas, cozinhar e outras finalidades a fatia por habitante dia é de 2.736 litros.

O Brasil é privilegiado. A quantidade de água doce que corre pelos rios e acumulada nos lagos corresponde a aproximadamente 248 mil km3 e mais cerca de 112 mil km3 nos lençóis subterrâneos. Esta ultima é suficiente para abastecer a população do país por 9.150, anos caso não sejam poluídas, contaminadas ou salinizadas. Nesse total estão incluídas as águas do Aqüífero Guarani localizado no centro-leste da América do Sul, entre 12º e 35º de latitude sul e 47º e 65º de longitude oeste. A maior reserva de água subterrânea do planeta. São mais oumenos 160 km3/ano (5.144 m3/s), ou seja, duas vezes e meia a vazão do rio São Francisco, dos quais 70% está localizado no Brasil.

”O Aqüífero Guarani tem extensão total aproximada de 1,2 milhões de km2, sendo 840 mil km2 no Brasil (corresponde a 70% da reserva), 225,500 mil km2 na Argentina, 71,700 mil km2 no Paraguai e 58,500 km2 no Uruguai. A porção brasileira integra o território de: Mato Grosso do Sul (213.200 km2), Rio Grande do Sul (157.600 km2), São Paulo (155.800 km2), Paraná (131.300 km2), Goiás (55.000 km²), Minas Gerais (51.300 km2), Santa Catarina (49.200 km2) e Mato Grosso (26.400 km2). As reservas permanentes de água são da ordem de 45.000 km3 (ou 45 trilhões de metros cúbicos), considerando uma espessura média aqüífera de 250m e porosidade efetiva de 15%, e correspondem à somatória do volume de água de saturação do Aqüífero mais o volume de água sob pressão”. (3)

As águas ocorrem preenchendo espaços (poros e fissuras de rochas). As rochas do Guarani constituem-se de pacotes de camadas arenosas que se depositaram na Bacia do Paraná, ao longo do Mesozóico (períodos triássico, jurássico e cretáceo inferior), entre 200 e 132 milhões de anos. A espessura das camadas varia de 50 a 800 metros, com prufundidades que chegam até 1.800 metros, as temperaturas são muito elevadas, vão de 50ºC a 85ºC, Aqüífero Guarani As águas doces do Brasil correspondem a 20% de toda a água doce do mundo. As águas no Brasil são mal distribuídas, principalmente as superficiais; As regiões Norte e Centro-oeste habitam apenas 14,5% da população brasileira e uma demanda de 9,2% detêm 89% da disponibilidade hídrica do país. 11% se distribui pelas demais regiões (nordeste, sul e sudeste), onde vivem 85,5% da população brasileira e a demanda hídrica de 90,8%.


O nordeste disponibiliza hoje de cerca de 97,3 bilhoes de m3/ano de águas, destes 92,9 bilhoes são de águas superficiais, sendo 87,4 bilhoes oriundas de rios perenes, só o São Francisco responde por 64,4 bilhoes de m3 de água/ano(69%) da disponibilidade de águas superficiais. O nordeste ainda conta com três trilhões de m3 de águas subterrâneas que estão acumuladas no aqüíferos chamados de províncias. No nordeste são quatro dessas províncias; A Parnaíba, São Francisco, Escudo Oriental e Costeira. As reserva dessas províncias são capazes de abastecer a população nordestina durante 862 anos.


Fonte: Livro São Francisco da Terra
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