Trabalho manual do arquiteto ambientalista Cosme Cavalcanti

O ambientalista Cosme Cavalcate utilizou cascas e sementes de plantas da caatinga para realizae este belo trabalho artesanal, fotografia e exposição do Blog: Um Paulista em Petrolina.

Tamanduá bandeira ameaçado de extinção

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Os tamanduás ou papa-formigas são membros da ordem Pilosa que vivem nas florestas e savanas das Américas Central e do Sul, desde o Belize até a Argentina. São muito comuns no Brasil, onde são conhecidos com os nomes de jurumim, tamanduá-mirim, tamanduá-bandeira etc.
Alimentam-se de formigas e principalmente de cupins (térmitas), que retiram dos cupinzeiros com a sua longa língua – chega a ter 200 cm de comprimento – alojada dentro de um focinho também afunilado. Para desfazer os cupinzeiros, os tamanduás têm garras fortes e curvas nas patas dianteiras, que lhes dificultam o andar.

Um tamanduá-bandeira adulto pode atingir 40 quilogramas de peso e um comprimento de 1,80 metros incluindo a cauda que pode chegar a metade daquele tamanho. Este tipo de tamanduá, o Myrmecophaga tridactyla, se encontra em perigo de extinção. Suas fêmeas têm um único filhote por ano, muito pequeno e frágil, que é carregado nas costas da mãe até cerca de um ano de idade, tornando-se assim muito vulnerável aos predadores. Outro grande problema que pode afectá-los é a destruição do seu habitat.
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Mais um bicho silvestre ameaçado de extinção

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Formigueiro-de-cauda-ruiva




O formigueiro-de-cauda-ruiva é uma ave passeriforme da família Thamnophilidae.


Mede 14cm de comprimento. Pelo padrão da plumagem, recorda certos pássaros do gênero Drymophila. A subespécie M. ruficauda soror é mais pálida e maior.


Para se alimentar, os casais vasculham a serrapilheira à procura de artrópodes como insetos e aranhas e, aparentemente, não segue bandos mistos. Locomove-se pelo chão caminhando entre os arbustos, galhos e folhas secas. Podem ser observados forrageando.


Ocorre na Mata Atlântica, geralmente abaixo de 700 m de altitude e, muito raramente, atinge os 950m de altitude.


Sua distribuição geográfica é a maior parte no Nordeste Brasileira. Ele é endêmico do Brasil ocorre em Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. A subespécie Myrmeciza ruficauda soror, ocorre na Paraíba e Alagoas.

Passaro Preto, um bicho ameaçado de extinção



Muito sociável e companheiro, o Pássaro Preto (Gnorimopsar chopi) é uma ave nativa muito conhecida no país. Vale ressaltar que, apesar de seu nome científico, este pássaro não é o Chupim ou Chopim (Molothrus bonariensis), cujo macho é preto azulado e a fêmea amarronzada.

Também conhecido por Melro e Graúna, encontram-se distribuídos por todo Brasil, menos na região Amazônica. Habitam campos, cerrados e outras regiões de mata. Assim como ocorre com todos os animais pertencentes à fauna brasileira, sua comercialização só é permitida junto aos criadores legalmente cadastrados no IBAMA.

São capazes de aprender alguns truques e reconhecer os membros da família, aceitando carinhos e respondendo aos chamados com seu belo canto. Deve, porém, ser “treinado” aos poucos, pois assusta-se facilmente e um trauma maior poderá comprometer a saúde do pássaro, tornando-o medroso e arredio. O Pássaro Preto pode ainda aproximar sua cabeça das barrinhas da gaiola em troca de um afago.

Atingem cerca de 22 cm e na natureza são vistos em bandos, deslocando-se de um lado ao outro.

Reprodução:
Este pássaro não apresenta dimorfismo sexual. Aos 18 meses de vida já estão prontos para a reprodução. A fêmea coloca de 2 a 4 ovos e o período de incubação é de 14 dias em média. Após cerca de 40 dias os filhotes já estão prontos para sair do ninho.

Manutenção:
Não devem ser mantidos em locais com correntes de ar ou onde haja circulação excessiva de pessoas. Dar preferência por viveiros com galhos e árvores. Forneçer folhas de palmeira, capim e estopas para a confecção do ninho. Pendurar também alguns ninhos do tipo caixa com uma única abertura. Limpar sempre os recipientes de água e comida bem como a gaiola e fornecer um recipiente para que possam, eventualmente, banhar-se.
Fonte: Site saude animal

Choquinha - de - Alagoas, ameaçada de extinção

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A choquinha-de-alagoas é uma ave passeriforme da família Thamnophilidae.
A espécie está ameaçada de extinção devido à destruição de seu habitat. Categoria de ameaça: criticamente em perigo.

Características

Mede 9,5 cm de comprimento, pesa de 6,5 a 8g. O macho é completamente cinza e a fêmea tem a plumagem predominantemente alaranjada. Ambos apresentam pés e bicos dessa mesma cor.

Alimentação

Costumam procurar alimentos aos pares na vegetação acima do solo. Alimenta-se de artrópodes (aranhas e insetos) capturados em folhas secas ou na folhagem ainda verde. Também ingerem quantidade razoável de pequenos frutos.

Reprodução

O período reprodutivo inicia-se em outubro, estendendo-se até fevereiro ou março.

Hábitos

Poucos são os estudos sobre essa pequena ave. A espécie habita a Mata Atlântica em florestas úmidas acima de 500m de altitiude. Essas aves são avistadas em bandos familiares com até 10 indivíduos.

Distribuição Geográfica

É endêmica do Brasil. A choquinha-de-alagoas foi registrada em quatro localidades nos estados de Alagoas e Pernambuco. É endêmica da floresta atlântica acima do Rio São Francisco ,mas só foi encontrada nesses dois estados. Inserida na mais crítica categoria de ameaça, sofre com a redução e fragmentação do habitat, tendo com esperança a criação de reservas florestais protegidas.

Referências

• Bruno, Sávio Freire. 100 Animais Ameaçados de extinção no Brasil. p.122,123.

Mais uma ave da fauna nordestina ameaçada de extinção

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Anumará


Nome cientifico: (Curaeus forbesi)
Sua semelhança com outra ave, o Membro, cojo nome cientifico é (Gnorinopsar chopi) tem sido fonte de confusões na identificação de espécies de museu e no campo.

Características: Sua semelhança com o membro (Gnorinopsar chopi) tem sido fonte de confusões na identificação de espécies de museu e no campo. Neste último, a vocalização pode ser utilizada para identificar a espécie. Diferencia-se também por apresentar coloração negra menos brilhante e por possuir bico mais estreito e mais reto. Apesar de ter sido considerado abundante em plantações de cana-de-açúcar, é possível que tenha sido confundido com o membro. Na única localidade em que foram feitos estudos de ecologia (Quebrangulo, AL) ele foi detectado na borda de floresta e em áreas pantanosas em sua proximidade. Pode ser encontrado em pequenos bandos, mesmo na época da reprodução. Nidifica na borda da mata ou em locais pantanosos. Seu ninho possui forma de cesta bem fechada, e a postura é de três a quatro ovos. Estudos realizados em Alagoas demonstraram que de 64 a 100 por cento dos ninhos estavam sendo parasitados pelo chopim (Nolothrus bonariensis), reduzindo o sucesso reprodutivo da espécie (Sick 1993).

A ocorrência Geográfica do anumará é nos estados: MG, AL e PE. A espécie ocorre em canaviais e manguezais, embora registros mais recentes tenham sido feito em ambientes florestais. O Cientista que o descreveu foi (Sclater, 1886).

Categoria/Critério: Ameaçada. População pequena e distribuição restrita. Probabilidade de extinção na natureza em pelo menos 50 por cento em 10 anos ou 3 gerações.


Fonte: MMA/SINIMA

Jacucaca ameaçada de extinção

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A jacucaca é uma ave galliforme da família Cracidae. A jacucaca, endêmica da Caatinga, é a maior espécie de cracídeo deste bioma, vivendo preferencialmente na Caatinga arbórea e nas matas secas. Ocorria em quase todos os Estados do Nordeste brasileiro e em Minas Gerais, aproximando-se da costa em alguns locais.

Quase ameaçada devido ao desmatamento e à caça indiscriminada. Baixo Risco (classificação da UICN).

Características

Grande, possui cor canela bem escuro, com riscos brancos. Testa preta, com largas sobrancelhas brancas unidas na frente. Coberteiras alares (penas que cobrem as asas), escapulares (penas dos ombros) e penas do peito orladas de branco. É bastante terrícola e corre mostrando o dorso bronze-brilhante. Mede aproximadamente 73 centímetros de comprimento.

Alimentação

Essencialmente frugívoro, tem predileção por frutos, como o do joazeiro, consumindo também flores de ipê.

Reprodução

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Não são conhecidos os seus hábitos reprodutivos na natureza, mas filhotes têm sido obtidos com certa facilidade em cativeiro. Constrói seu ninho em forma de tijela confeccionada de gravetos e forrado internamente com folhas secas. É feito de arbustos nos pés de mandacaru ou nas hastes da palmeira ouricuri. A postura consta de dois a três ovos de cor branca, pesando em média 92g e medindo 68 x 50mm.

Hábitos

Nas caatingas, prefere as áreas mais úmidas e próximas dos rios, temporários ou não. Tolera algum tipo de perturbação em seu ambiente, mas é bastante sensível à caça. Pode ser visto sozinho, aos pares ou em pequenos grupos, que se deslocam rapidamente pelo solo ou pelas árvores, fazendo grande barulho. Essas aves vocalizam principalmente de madrugada e ao crepúsculo, quando se reúnem para dormir.

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