Nossas flores de cada dia na caatinga

Nome popular: Jurubeba
Nome cientifico: Solanum paniculatum L.
Bioma: Caatinga
Localização: Municipio de Trindade-PE
Data: 26 de outubro de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues

A jurubeba (Solanum paniculatum L) é uma planta medicinal de sabor amargo, comum em quase todo o Brasil.
A infusão do seu caule e da sua raiz em álcool de cana (cachaça) é popularmente utilizada como aperitivo e como digestivo.
 
A medicina popular recomenda o seu chá como tônico cardiovascular, estimulante do apetite, do fígado (colagogo) e do baço, contra problemas da digestão, diurética, hipoglicemiante, antianêmica, febrífuga e cicatrizante.

Há casos de utilizações da Jurubeba em tratamento de afecções da pele, como a acne. É também usada em diversos rituais religiosos.

 Nome popular: Jacarandá
Nome cientifico: depende da variedade
Bioma: Caatinga (em arborização urbana)
Localização: Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues

  
  
Nome popular: barriguda
Nome cientifico: Chorisia glaziovii
Bioma: Caatinga
Localização: Sitio Caldeirãozinho - Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues
 


Nome popular: Jurema preta
Nome cientifico: Mimosa arenosa
Bioma: Caatinga
Localização: proximo de Pedrinha - Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues


Nome popular: Mulungu
Nome cientifico: Erithrina velutina
Bioma: Caatinga
Localização: povoado do Capim - Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues
  

 

 
Esta planta é uma tabebuia arbustiva, mas não sabemos seu nome cientifico e nem o nome vulgar. Só conhecemos um unico exemplar em Petrolina, se alguem sabem mais informação sobre essa linda plantinha, por favor, comente esta postagem. Esta foto foi tirada no dia 18 de agosto de 2010, po Vitorio Rodrigues. Como não sabemos seu nome estamos a chamando de ipêzinho rosa da caatinga.



Nome popular: Canafistula branca
Nome cientifico: Senna excelsa
Bioma: Caatinga
Localização: Praça presidente Fritz Gerard Kennedy - Petrolina-PE
Data: 09 de setembro de 2008
Foto: Vitorio Rodrigues
Nome popular: canudo
Nome cientifico: Cróton conduplicatus
Bioma: caatinga
Localização: Distrto Industrial de Petrolina - PE
Data: 02 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues


Nome popular: Canafistula rasteira
Nome científico: Cassia spectabillis
Bioma: Caatinga
Localização: Distrito Industrial de Petrolina - PE
Data: 02 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues
 
 Nome popular: Pata de vaca
Nome cientifico: Bauhinia sp
Bioma: Caatinga
Localização: Distrito Industrisl de Petrolina - PE
Data: 02 de agosto de 2010.
Foto: Vitorio Rodrigues

Nome popular: Caatingueira de porco
Nome cientifico: Caesalpina piramidallis
Bioma: caatinga
Localização: Distrito Industrial de Petrolina-PE
Data: 02 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues

Um bicho silvestre ameaçado de extinção

A caatinga é um bioma que se concentra na região nordeste do Brasil. Ocupando quase 12% do território nacional, ela cobre grandes faixas do Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e também um pedaço do norte de Minas Gerais. Perfazendo uma área de 955.755,79 km2, em 1.280 municípios. Por vários fatores várias espécies de seus bichos estão ameaçadas de extinção. Hoje vamos falar do tatu-bola que já serviu tanto de alimentação para o homem caatingueiro, embora não tanta carne assim, que valha a pena o seu abate. Mesmo assim ser humano com seu instinto de destruição continua matando impiedosamente os que ainda restam.

Por conta disso, de acordo com a lista nacional das espécies de fauna brasileira ameaçada de extinção, publicada em maio de 2003, pelo Ibama, vivem no bioma 28 espécies ameaçadas de extinção, entre elas o Tatu-bola (Tolypeutes trinctus): considerado o menor tatu brasileiro, medindo de 22 a 27 centímetros, esse animal enrola seu corpo e fica parecido com uma bola quando se sente ameaçado. O que não é suficiente para se livrar das garras dos predadores.
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Trabalho manual do arquiteto ambientalista Cosme Cavalcanti

O ambientalista Cosme Cavalcate utilizou cascas e sementes de plantas da caatinga para realizae este belo trabalho artesanal, fotografia e exposição do Blog: Um Paulista em Petrolina.

Tamanduá bandeira ameaçado de extinção

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Os tamanduás ou papa-formigas são membros da ordem Pilosa que vivem nas florestas e savanas das Américas Central e do Sul, desde o Belize até a Argentina. São muito comuns no Brasil, onde são conhecidos com os nomes de jurumim, tamanduá-mirim, tamanduá-bandeira etc.
Alimentam-se de formigas e principalmente de cupins (térmitas), que retiram dos cupinzeiros com a sua longa língua – chega a ter 200 cm de comprimento – alojada dentro de um focinho também afunilado. Para desfazer os cupinzeiros, os tamanduás têm garras fortes e curvas nas patas dianteiras, que lhes dificultam o andar.

Um tamanduá-bandeira adulto pode atingir 40 quilogramas de peso e um comprimento de 1,80 metros incluindo a cauda que pode chegar a metade daquele tamanho. Este tipo de tamanduá, o Myrmecophaga tridactyla, se encontra em perigo de extinção. Suas fêmeas têm um único filhote por ano, muito pequeno e frágil, que é carregado nas costas da mãe até cerca de um ano de idade, tornando-se assim muito vulnerável aos predadores. Outro grande problema que pode afectá-los é a destruição do seu habitat.
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Mais um bicho silvestre ameaçado de extinção

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Formigueiro-de-cauda-ruiva




O formigueiro-de-cauda-ruiva é uma ave passeriforme da família Thamnophilidae.


Mede 14cm de comprimento. Pelo padrão da plumagem, recorda certos pássaros do gênero Drymophila. A subespécie M. ruficauda soror é mais pálida e maior.


Para se alimentar, os casais vasculham a serrapilheira à procura de artrópodes como insetos e aranhas e, aparentemente, não segue bandos mistos. Locomove-se pelo chão caminhando entre os arbustos, galhos e folhas secas. Podem ser observados forrageando.


Ocorre na Mata Atlântica, geralmente abaixo de 700 m de altitude e, muito raramente, atinge os 950m de altitude.


Sua distribuição geográfica é a maior parte no Nordeste Brasileira. Ele é endêmico do Brasil ocorre em Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. A subespécie Myrmeciza ruficauda soror, ocorre na Paraíba e Alagoas.

Passaro Preto, um bicho ameaçado de extinção



Muito sociável e companheiro, o Pássaro Preto (Gnorimopsar chopi) é uma ave nativa muito conhecida no país. Vale ressaltar que, apesar de seu nome científico, este pássaro não é o Chupim ou Chopim (Molothrus bonariensis), cujo macho é preto azulado e a fêmea amarronzada.

Também conhecido por Melro e Graúna, encontram-se distribuídos por todo Brasil, menos na região Amazônica. Habitam campos, cerrados e outras regiões de mata. Assim como ocorre com todos os animais pertencentes à fauna brasileira, sua comercialização só é permitida junto aos criadores legalmente cadastrados no IBAMA.

São capazes de aprender alguns truques e reconhecer os membros da família, aceitando carinhos e respondendo aos chamados com seu belo canto. Deve, porém, ser “treinado” aos poucos, pois assusta-se facilmente e um trauma maior poderá comprometer a saúde do pássaro, tornando-o medroso e arredio. O Pássaro Preto pode ainda aproximar sua cabeça das barrinhas da gaiola em troca de um afago.

Atingem cerca de 22 cm e na natureza são vistos em bandos, deslocando-se de um lado ao outro.

Reprodução:
Este pássaro não apresenta dimorfismo sexual. Aos 18 meses de vida já estão prontos para a reprodução. A fêmea coloca de 2 a 4 ovos e o período de incubação é de 14 dias em média. Após cerca de 40 dias os filhotes já estão prontos para sair do ninho.

Manutenção:
Não devem ser mantidos em locais com correntes de ar ou onde haja circulação excessiva de pessoas. Dar preferência por viveiros com galhos e árvores. Forneçer folhas de palmeira, capim e estopas para a confecção do ninho. Pendurar também alguns ninhos do tipo caixa com uma única abertura. Limpar sempre os recipientes de água e comida bem como a gaiola e fornecer um recipiente para que possam, eventualmente, banhar-se.
Fonte: Site saude animal

Choquinha - de - Alagoas, ameaçada de extinção

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A choquinha-de-alagoas é uma ave passeriforme da família Thamnophilidae.
A espécie está ameaçada de extinção devido à destruição de seu habitat. Categoria de ameaça: criticamente em perigo.

Características

Mede 9,5 cm de comprimento, pesa de 6,5 a 8g. O macho é completamente cinza e a fêmea tem a plumagem predominantemente alaranjada. Ambos apresentam pés e bicos dessa mesma cor.

Alimentação

Costumam procurar alimentos aos pares na vegetação acima do solo. Alimenta-se de artrópodes (aranhas e insetos) capturados em folhas secas ou na folhagem ainda verde. Também ingerem quantidade razoável de pequenos frutos.

Reprodução

O período reprodutivo inicia-se em outubro, estendendo-se até fevereiro ou março.

Hábitos

Poucos são os estudos sobre essa pequena ave. A espécie habita a Mata Atlântica em florestas úmidas acima de 500m de altitiude. Essas aves são avistadas em bandos familiares com até 10 indivíduos.

Distribuição Geográfica

É endêmica do Brasil. A choquinha-de-alagoas foi registrada em quatro localidades nos estados de Alagoas e Pernambuco. É endêmica da floresta atlântica acima do Rio São Francisco ,mas só foi encontrada nesses dois estados. Inserida na mais crítica categoria de ameaça, sofre com a redução e fragmentação do habitat, tendo com esperança a criação de reservas florestais protegidas.

Referências

• Bruno, Sávio Freire. 100 Animais Ameaçados de extinção no Brasil. p.122,123.