Queimadas na Serra da Canastra





A área devastada por incêndios no Parque Nacional da Serra da Canastra, na região centro-oeste de Minas Gerais, no mês passado é maior do que foi calculado inicialmente e pode chegar a 70 mil hectares, segundo análise do Corpo de Bombeiros. Dos 200 mil hectares da reserva, os bombeiros já confirmaram que 40 mil foram queimados. A área é mais da metade de Belo Horizonte. Peritos do Instituto Chico Mendes concluíram, ainda, que cinco dos seis incêndios que atingiram o Parque Nacional da Serra da Canastra no mês passado foram criminosos.

Segundo os peritos, o fogo chegou à nascente do Rio São Francisco e queimou praticamente toda a vegetação rasteira da região. As cinzas que caíram na água provocam o fenômeno da eutrofização, ou seja, a adubação da água. Isto gera a multiplicação de algas e, segundo biólogos, prejudica a vida vegetal e animal da reserva. A situação é momentânea e deve voltar ao normal quando chover.

De acordo com o biólogo Jean Pierre, todo o ecossistema da serra foi comprometido. Micro-organismos e animais do topo da cadeia alimentar foram afetados. Propriedades rurais do entorno no parque também foram atingidos, com registro de morte de animais, por exemplo. (Fonte: G1)

 Informa o Portal Ambiente Brasil em 09/09/10.


As coisas bonitas da caatinga

Veja esta formação rochosa do Sitio Caldeirãozinho Municipio de Petrolina Pernambuco. Varios buracos milenares na pedra, chamados de caldeirões, armazenam água das chuvas que chegam a passar mais de 8 meses saciando a sede dos animais.



  








Nossas flores de cada dia na caatinga

Nome popular: Jurubeba
Nome cientifico: Solanum paniculatum L.
Bioma: Caatinga
Localização: Municipio de Trindade-PE
Data: 26 de outubro de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues

A jurubeba (Solanum paniculatum L) é uma planta medicinal de sabor amargo, comum em quase todo o Brasil.
A infusão do seu caule e da sua raiz em álcool de cana (cachaça) é popularmente utilizada como aperitivo e como digestivo.
 
A medicina popular recomenda o seu chá como tônico cardiovascular, estimulante do apetite, do fígado (colagogo) e do baço, contra problemas da digestão, diurética, hipoglicemiante, antianêmica, febrífuga e cicatrizante.

Há casos de utilizações da Jurubeba em tratamento de afecções da pele, como a acne. É também usada em diversos rituais religiosos.

 Nome popular: Jacarandá
Nome cientifico: depende da variedade
Bioma: Caatinga (em arborização urbana)
Localização: Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues

  
  
Nome popular: barriguda
Nome cientifico: Chorisia glaziovii
Bioma: Caatinga
Localização: Sitio Caldeirãozinho - Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues
 


Nome popular: Jurema preta
Nome cientifico: Mimosa arenosa
Bioma: Caatinga
Localização: proximo de Pedrinha - Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues


Nome popular: Mulungu
Nome cientifico: Erithrina velutina
Bioma: Caatinga
Localização: povoado do Capim - Petrolina-PE
Data: 27 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues
  

 

 
Esta planta é uma tabebuia arbustiva, mas não sabemos seu nome cientifico e nem o nome vulgar. Só conhecemos um unico exemplar em Petrolina, se alguem sabem mais informação sobre essa linda plantinha, por favor, comente esta postagem. Esta foto foi tirada no dia 18 de agosto de 2010, po Vitorio Rodrigues. Como não sabemos seu nome estamos a chamando de ipêzinho rosa da caatinga.



Nome popular: Canafistula branca
Nome cientifico: Senna excelsa
Bioma: Caatinga
Localização: Praça presidente Fritz Gerard Kennedy - Petrolina-PE
Data: 09 de setembro de 2008
Foto: Vitorio Rodrigues
Nome popular: canudo
Nome cientifico: Cróton conduplicatus
Bioma: caatinga
Localização: Distrto Industrial de Petrolina - PE
Data: 02 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues


Nome popular: Canafistula rasteira
Nome científico: Cassia spectabillis
Bioma: Caatinga
Localização: Distrito Industrial de Petrolina - PE
Data: 02 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues
 
 Nome popular: Pata de vaca
Nome cientifico: Bauhinia sp
Bioma: Caatinga
Localização: Distrito Industrisl de Petrolina - PE
Data: 02 de agosto de 2010.
Foto: Vitorio Rodrigues

Nome popular: Caatingueira de porco
Nome cientifico: Caesalpina piramidallis
Bioma: caatinga
Localização: Distrito Industrial de Petrolina-PE
Data: 02 de agosto de 2010
Foto: Vitorio Rodrigues

Um bicho silvestre ameaçado de extinção

A caatinga é um bioma que se concentra na região nordeste do Brasil. Ocupando quase 12% do território nacional, ela cobre grandes faixas do Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e também um pedaço do norte de Minas Gerais. Perfazendo uma área de 955.755,79 km2, em 1.280 municípios. Por vários fatores várias espécies de seus bichos estão ameaçadas de extinção. Hoje vamos falar do tatu-bola que já serviu tanto de alimentação para o homem caatingueiro, embora não tanta carne assim, que valha a pena o seu abate. Mesmo assim ser humano com seu instinto de destruição continua matando impiedosamente os que ainda restam.

Por conta disso, de acordo com a lista nacional das espécies de fauna brasileira ameaçada de extinção, publicada em maio de 2003, pelo Ibama, vivem no bioma 28 espécies ameaçadas de extinção, entre elas o Tatu-bola (Tolypeutes trinctus): considerado o menor tatu brasileiro, medindo de 22 a 27 centímetros, esse animal enrola seu corpo e fica parecido com uma bola quando se sente ameaçado. O que não é suficiente para se livrar das garras dos predadores.
.

Trabalho manual do arquiteto ambientalista Cosme Cavalcanti

O ambientalista Cosme Cavalcate utilizou cascas e sementes de plantas da caatinga para realizae este belo trabalho artesanal, fotografia e exposição do Blog: Um Paulista em Petrolina.

Tamanduá bandeira ameaçado de extinção

.
.
Os tamanduás ou papa-formigas são membros da ordem Pilosa que vivem nas florestas e savanas das Américas Central e do Sul, desde o Belize até a Argentina. São muito comuns no Brasil, onde são conhecidos com os nomes de jurumim, tamanduá-mirim, tamanduá-bandeira etc.
Alimentam-se de formigas e principalmente de cupins (térmitas), que retiram dos cupinzeiros com a sua longa língua – chega a ter 200 cm de comprimento – alojada dentro de um focinho também afunilado. Para desfazer os cupinzeiros, os tamanduás têm garras fortes e curvas nas patas dianteiras, que lhes dificultam o andar.

Um tamanduá-bandeira adulto pode atingir 40 quilogramas de peso e um comprimento de 1,80 metros incluindo a cauda que pode chegar a metade daquele tamanho. Este tipo de tamanduá, o Myrmecophaga tridactyla, se encontra em perigo de extinção. Suas fêmeas têm um único filhote por ano, muito pequeno e frágil, que é carregado nas costas da mãe até cerca de um ano de idade, tornando-se assim muito vulnerável aos predadores. Outro grande problema que pode afectá-los é a destruição do seu habitat.
.

Mais um bicho silvestre ameaçado de extinção

.

Formigueiro-de-cauda-ruiva




O formigueiro-de-cauda-ruiva é uma ave passeriforme da família Thamnophilidae.


Mede 14cm de comprimento. Pelo padrão da plumagem, recorda certos pássaros do gênero Drymophila. A subespécie M. ruficauda soror é mais pálida e maior.


Para se alimentar, os casais vasculham a serrapilheira à procura de artrópodes como insetos e aranhas e, aparentemente, não segue bandos mistos. Locomove-se pelo chão caminhando entre os arbustos, galhos e folhas secas. Podem ser observados forrageando.


Ocorre na Mata Atlântica, geralmente abaixo de 700 m de altitude e, muito raramente, atinge os 950m de altitude.


Sua distribuição geográfica é a maior parte no Nordeste Brasileira. Ele é endêmico do Brasil ocorre em Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. A subespécie Myrmeciza ruficauda soror, ocorre na Paraíba e Alagoas.